Aldeias Urbanas é um tecido de tribos.
Tecido que se tece junto,
que tribaliza saberes,
que se faz de enlaces de encontros,
que se forma em rede de redes,
que forma imaginários de formas.
Aldeias, tribos de metacuras;
Rito de passagem de cyberxamãs;
Caos cosmogênese da ordem;
Desordem embrião de metamorfoses.
Somos emergências de buscas;
Somos ativação de viveres;
Somos fluxos de múltiplas histórias.
De estações, usinas e veias marginais,
Fumaças condicionadas, obras de expansão
E indicadores de acesso,
Uma nova taba urbana,
Novas ocas na vila,
Em busca de cura, cultura de paz,
Das causas da paz, saúde e liberdade.
Bem-vindo às Aldeias Urbanas...
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Num dia...
Arnaldo Antunes
Composição: Arnaldo Antunes / Hélder Gonçalves / Manuela Azevedo / Chico Salém
Sujar o pé de areia pra depois lavar na água
Lavar o pé na água pra depois sujar de areia
Esperar o vaga-lume piscar outra vez
Ouvir a onda mais distante por trás da onda mais próxima
Sujar o pé de areia pra depois lavar na água
Respirar
Sentir o sabor do que comer
Caminhar
Se chover, tomar chuva
Não esperar nada acontecer
Ser gentil com qualquer pessoa
Sujar o pé de areia pra depois lavar na água
Lavar o pé na água pra depois sujar de areia
Esperar o vaga-lume piscar outra vez
Ouvir a onda mais distante por trás da onda mais próxima
Respirar
Sentir o sabor do que comer
Caminhar
Se chover, tomar chuva
Ter saudade no final da tarde
Para quando escurecer, esquecer
Ao se deitar para dormir, dormir (4x)
Dormir.
Composição: Arnaldo Antunes / Hélder Gonçalves / Manuela Azevedo / Chico Salém
Sujar o pé de areia pra depois lavar na água
Lavar o pé na água pra depois sujar de areia
Esperar o vaga-lume piscar outra vez
Ouvir a onda mais distante por trás da onda mais próxima
Sujar o pé de areia pra depois lavar na água
Respirar
Sentir o sabor do que comer
Caminhar
Se chover, tomar chuva
Não esperar nada acontecer
Ser gentil com qualquer pessoa
Sujar o pé de areia pra depois lavar na água
Lavar o pé na água pra depois sujar de areia
Esperar o vaga-lume piscar outra vez
Ouvir a onda mais distante por trás da onda mais próxima
Respirar
Sentir o sabor do que comer
Caminhar
Se chover, tomar chuva
Ter saudade no final da tarde
Para quando escurecer, esquecer
Ao se deitar para dormir, dormir (4x)
Dormir.
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inspiração,
música
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Caos, ordem, desordem no MetaReciclagem
Emergimos como caos na rede,
como caos embrião de ordem;
como caos cosmogênese de linkanias,
como caos fluxo de viveres,
fluxo de intensidades, fluxo de sentidos.
Há inúmeras derivas possíveis desses fluxos e todas elas corretas e incorretas;
Todas elas duais e singulares;
Todas possíveis de desvios e retas diretas em curvas invisíveis.
Algumas derivas de bordas, nas brechas,
Algumas derivas de centro, nos routers.
Impermanência na rede, impermanência da rede, impermanência é rede.
Assim compostos,
Assim dissolvidos.
como caos embrião de ordem;
como caos cosmogênese de linkanias,
como caos fluxo de viveres,
fluxo de intensidades, fluxo de sentidos.
Há inúmeras derivas possíveis desses fluxos e todas elas corretas e incorretas;
Todas elas duais e singulares;
Todas possíveis de desvios e retas diretas em curvas invisíveis.
Algumas derivas de bordas, nas brechas,
Algumas derivas de centro, nos routers.
Impermanência na rede, impermanência da rede, impermanência é rede.
Assim compostos,
Assim dissolvidos.
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caordem,
metareciclagem
sábado, 28 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Meditação nas Escolas públicas do Rio de Janeiro
Muito legal ver isso acontecendo.
Melhor ainda se fosse em paralelo com as próprias disciplinas...
Melhor ainda se fosse em paralelo com as próprias disciplinas...
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