Fazia um tempo que tinha colocado aqui na listinha de coisas a experimentar brincar um pouco com o Gephi, um sistema de visualização e exploração de grafos.
Bem, pra começo de conversa o Gephi tem uma história de desenvolvimento bastante interessante, dado que ele é desenvolvido por um consórcio envolvendo empresas, universidades e desenvolvedores pelo mundo afora. Um modelo híbrido, com uma intenção clara: trabalhar análise de dados para redes em um nível singular de interatividade e excelência técnica. O resultado é que a ferramenta é incrivelmente fácil de usar e fornece resultados de uma forma prática que eu nem sequer imaginava, dado a experiência prévia que já tive com outros softwares, como Pajek, Netdraw, Visone e Ucinet.
Funcionalidades como calculo de métricas, mapeamento de comunidades, formatação da rede por atributos, definição de parâmetros de nós e arestas são muito mais intuitivos que nos softwares acima, disponibilizando várias informações em painéis que ficam o tempo todo visíveis para os usuários, evitando termos de acessar uma quantidade enorme de menus que dificultam replicarmos os procedimentos técnicos de análise quando algum tempo se usar o software.
Fiz algumas experiências com base nesse tutorial inicial que replico abaixo e realmente me pareceu que o Gephi pode poupar algumas boas horas de práticas em cima da análise de redes. Enfim, documentando por aqui para os interessados nessa imersão "sedutora" da modelagem de sistemas e análise baseada na metáfora dos grafos. :-)
Construindo uma história de links e caminhos, de conexões e conversas, de sentidos e contextos...
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segunda-feira, 17 de setembro de 2012
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Apresentando no I WPOSINFO - Workshop de Engenharia da Informação na Universidade Federal do ABC
Semana passada estive no I WPOSINFO realizado pelo curso de Engenharia da Informação da Universidade Federal do ABC.
Me chamou atenção a proposta do encontro e a possibilidade de dialogar novamente com uma área por dentro das engenharias a partir de um tema que tem sido meu foco de estudos nos últimos anos: a informação. Aparecer no seminário sendo um engenheiro de formação em graduação e mestrado, mas estando dentro das ciências sociais aplicadas pelo curso de Ciência da Informação no doutorado deu um caldo incrível. Não só a teoria da interdisciplinaridade, mas essa vivência a partir de olhares que podem se compor de fato em encontros antes inusitados.
Logo de cara, chegando a universidade, encontro dois bons amigos dos tempos de graduação que viraram professores e dão aula exatamente na Engenharia da informação, o Murilo e o Suyama. Conversa boa, lembrando de bons tempos juntos, de como o trabalho de cada um evoluiu, os caminhos de pesquisa, os espaços de encontros. Excelente primeiro contato.
Logo mais, fui apresentar um trabalho que busquei construir de modo mais técnico, dado o contexto das engenharias. A vontade de era explorar mais a análise de como a distribuição de graus de centralidade numa rede podem favorecer encontrarmos comunidades e grupos de usuários mais centrados em contatos entre si. Um pequeno estudo, aproveitando dados dos Telecentros.BR, para iniciar uma investigação um pouco mais voltada para os algoritmos que pretendo investir nos próximos meses.
Segue aqui a apresentação:
Me chamou atenção a proposta do encontro e a possibilidade de dialogar novamente com uma área por dentro das engenharias a partir de um tema que tem sido meu foco de estudos nos últimos anos: a informação. Aparecer no seminário sendo um engenheiro de formação em graduação e mestrado, mas estando dentro das ciências sociais aplicadas pelo curso de Ciência da Informação no doutorado deu um caldo incrível. Não só a teoria da interdisciplinaridade, mas essa vivência a partir de olhares que podem se compor de fato em encontros antes inusitados.
Logo de cara, chegando a universidade, encontro dois bons amigos dos tempos de graduação que viraram professores e dão aula exatamente na Engenharia da informação, o Murilo e o Suyama. Conversa boa, lembrando de bons tempos juntos, de como o trabalho de cada um evoluiu, os caminhos de pesquisa, os espaços de encontros. Excelente primeiro contato.
Logo mais, fui apresentar um trabalho que busquei construir de modo mais técnico, dado o contexto das engenharias. A vontade de era explorar mais a análise de como a distribuição de graus de centralidade numa rede podem favorecer encontrarmos comunidades e grupos de usuários mais centrados em contatos entre si. Um pequeno estudo, aproveitando dados dos Telecentros.BR, para iniciar uma investigação um pouco mais voltada para os algoritmos que pretendo investir nos próximos meses.
Segue aqui a apresentação:
Apresentação I WPOSINFO - UFABC - Identificação de grupos em grafos
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Grafos: a URI como nós, recurso e máquina virtual na rede
O uso dos grafos tá me interessando cada vez mais.
Metáfora flexível, escalável e livre para mapeamento de qualquer tipo de relação que se puder imaginar.
O ponto mais interessante dessa apresentação abaixo, é pensar que a metáfora dos grafos podem permitir vermos as URIs na web como máquinas virtuais, interconectando canais de comunicação e processamento na camada http.
Forte avanço do que um dia pensamos como paradigma p2p e computação distribuída.
Metáfora flexível, escalável e livre para mapeamento de qualquer tipo de relação que se puder imaginar.
O ponto mais interessante dessa apresentação abaixo, é pensar que a metáfora dos grafos podem permitir vermos as URIs na web como máquinas virtuais, interconectando canais de comunicação e processamento na camada http.
Forte avanço do que um dia pensamos como paradigma p2p e computação distribuída.
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