hdimantas tá aqui falando sobre as identidades.
diz assim: "Dalton insiste na produção da idéia do eu e o que estou tentando romper é com essa afirmação. Desde Freud não se concebe o homem como um ser indivisível. A identidade não é algo que nos define."
Concordo fortemente com isso. Mas, apesar das identidades não nos definirem, nós ainda nos relacionamos com elas como se nos definessem. E só parar para ver que tipo de respostas a gente habitualmente dá quando nos perguntam: Quem é você? O que você faz? Lançamos mão das identidades para garantir uma resposta minimamente cabível no contexto em que possamos estar. Não nos define, mas nós acabamos por nos definirmos a partir delas.
A pergunta que cabe é: como saímos desse enlace? Como deixamos visível para nós mesmos que estamos nos atrelando a identidades e fechando os espaços da impermanência a criarmos alguma forma de apego a essas mesmas identidades?
Concordo que somos multidão. Mas, agimos ainda autocentrados. Voltamos com frequência para as identidades quando se trata de exercer alguma forma de controle ou de manipular algo para que ocorra da forma que queremos. Como lidamos com o fato de sermos multidão a partir de uma multiplicidade de referenciais autocentrados? Como isso se explicita em nossos espaços de reflexão?
Particularmente, não tenho resposta para isso... Mas, acho que temos um caminho de pesquisa.
Eu creio que quando conseguimos alguma forma de nos visualizarmos, seja da maneira que for, a partir da visualização podemos ampliar a percepção da multidão e ir questionando as referenciais de autocentramento que ainda carregamos na mochila.
Será? ;-)
Construindo uma história de links e caminhos, de conexões e conversas, de sentidos e contextos...
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segunda-feira, 10 de maio de 2010
terça-feira, 24 de março de 2009
Amor
A inteligência sem amor, te faz perverso.
A justiça sem amor, te faz implacável.
A diplomacia sem amor, te faz hipócrita.
O êxito sem amor te faz arrogante.
A riqueza sem amor, te faz avaro.
A docilidade sem amor, te faz servil.
A pobreza sem amor, te faz orgulhoso.
A beleza sem amor, te faz ridículo.
A Autoridade sem amor, te faz tirano.
O trabalho sem amor, te faz escravo.
A simplicidade sem amor, te deprecia.
A oração sem amor, te faz introvertido.
A lei sem amor, te escraviza.
A política sem amor, te deixa egoísta.
A fé sem amor, te deixa fanático.
A vida sem amor, não tem sentido.
A justiça sem amor, te faz implacável.
A diplomacia sem amor, te faz hipócrita.
O êxito sem amor te faz arrogante.
A riqueza sem amor, te faz avaro.
A docilidade sem amor, te faz servil.
A pobreza sem amor, te faz orgulhoso.
A beleza sem amor, te faz ridículo.
A Autoridade sem amor, te faz tirano.
O trabalho sem amor, te faz escravo.
A simplicidade sem amor, te deprecia.
A oração sem amor, te faz introvertido.
A lei sem amor, te escraviza.
A política sem amor, te deixa egoísta.
A fé sem amor, te deixa fanático.
A vida sem amor, não tem sentido.
sábado, 21 de março de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
7 passos para superação e controle do ego
Apenas registrando... Sempre acredito que essas coisas de 5 passos, 7 etapas, 12 pensamentos e por aí vai são muito relativos, parciais e etc. Mas, no entanto, acho que podem nos ajudar a organizar o pensamento e orientar algumas ações em determinados contextos e momentos em nossa vida. Dessa forma, vale o retrato para o momento:
1. Pare de se sentir ofendido.
2. Abandone o querer vencer.
3. Abandone o querer estar certo.
4. Abandone o querer ser superior.
5. Deixe de querer ter mais.
6. Abandone a idéia de você baseado em seus feitos.
7. Deixe sua reputação de lado.
Será?
1. Pare de se sentir ofendido.
2. Abandone o querer vencer.
3. Abandone o querer estar certo.
4. Abandone o querer ser superior.
5. Deixe de querer ter mais.
6. Abandone a idéia de você baseado em seus feitos.
7. Deixe sua reputação de lado.
Será?
Ego, o falso centro
alguns trechos bem interessantes e importantes para se examinar de um texto do Osho, "Ego, o falso centro":
O ego é um fenômeno cumulativo, um subproduto do viver com os outros.
O ego é uma necessidade; é uma necessidade social, é um subproduto social.
A sociedade cria um ego porque o ego pode ser controlado e manipulado.
O ego está sempre abalado, sempre à procura de alimento, de alguém que o aprecie. E é por isso que você está continuamente pedindo atenção.
A causa básica está dentro de você - mas você sempre olha para fora, você sempre pergunta: 'Quem está me tornando infeliz?' 'Quem está causando a minha raiva?' 'Quem está causando a minha angústia?'
Todo o caminho em direção ao divino, ao supremo, tem que passar através desse território do ego. O falso tem que ser entendido como falso. A origem da miséria tem que ser entendida como a origem da miséria - então ela simplesmente desaparece. Quando você sabe que ele é o veneno, ele desaparece. Quando você sabe que ele é o fogo, ele desaparece. Quando você sabe que esse é o inferno, ele desaparece.
enfim, me parece um belo roteiro de estudos por aqui.
O ego é um fenômeno cumulativo, um subproduto do viver com os outros.
O ego é uma necessidade; é uma necessidade social, é um subproduto social.
A sociedade cria um ego porque o ego pode ser controlado e manipulado.
O ego está sempre abalado, sempre à procura de alimento, de alguém que o aprecie. E é por isso que você está continuamente pedindo atenção.
A causa básica está dentro de você - mas você sempre olha para fora, você sempre pergunta: 'Quem está me tornando infeliz?' 'Quem está causando a minha raiva?' 'Quem está causando a minha angústia?'
Todo o caminho em direção ao divino, ao supremo, tem que passar através desse território do ego. O falso tem que ser entendido como falso. A origem da miséria tem que ser entendida como a origem da miséria - então ela simplesmente desaparece. Quando você sabe que ele é o veneno, ele desaparece. Quando você sabe que ele é o fogo, ele desaparece. Quando você sabe que esse é o inferno, ele desaparece.
enfim, me parece um belo roteiro de estudos por aqui.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
o self e o ego
"O self é apenas um ponto de vista que permite uma narrativa coerente de um fluxo de experiências."
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
compreendendo os arquétipos
"A identificação com tais fontes arquetípicas, geradoras de uma angústia profunda, definiria com muita precisão os sintomas da neurose geral de nosso tempo. Quando todos os valores são muito questionáveis, nos voltamos para novos modelos mais seguros, novos paradigmas, novo esquemas para melhor compreensão e explicação de certos aspectos da realidade. "Tais modelos úteis, paradigmas ou arquétipos podem ser considerados como remédios para os homens e os tempos."
individuação
"Individuação significa fazer-se indivíduo. Alcançar o máximo de sua individualidade, a qual podemos entender como a mais íntima e profunda expressão de nosso ser, com uma total compreensão, aceitação e permissão desta expressão. E ainda reconhecer a ação de um material inconsciente sobre o eu. Estas três atitudes citadas acima praticamente definem o termo de responsabilidade que deveríamos ter em relação ao nosso crescimento interno. Isto seria reconhecer-se tal como se é, por natureza, e não como se gostaria de ser." Fonte: aqui!
falando em estudar o ego... Um caminho interessante para se examinar.
falando em estudar o ego... Um caminho interessante para se examinar.
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