Lendo a revista Wired essa semana, na entrevista de Marc Andreensen, ele trouxe a tona duas "leis" que tentam dar conta de projetar o valor das redes e o modo como elas se organizam por comunidades. O ponto em comum dessas duas formas de olhar para redes é que elas falam de fenômenos ligados ao crescimento delas, ou seja, quando mais nós e mais links começam a fazer parte de uma estrutura algo ocorre.
Esse algo tem a ver com o modo de valorar redes e o modo de enxergar a formação de subgrupos.
A lei de Metcalfe
Metcalfe é um dos pioneiros da Internet, tendo sido o inventor do padrão Ethernet de comunicação de redes locais.
A sua ideia, extraído da Wikipedia, diz o seguinte:
"O valor de um sistema de comunicação cresce na razão do quadrado do número de usuários do sistema."
Bem, isso pode significar muitas coisas sob vários pontos de vista. Porém, basicamente, pra mim significa que quanto mais gente conectada, quanto mais dispositivos articulados, maior o valor de uma estrutura de rede. Além disso, esse valor cresce no quadro do número de nós em articulação. O quadrado aqui tem um efeito de criar um escalonamento que é diferente do crescimento linear, mostrando que mais nós representa mais possibilidades de combinação que crescem proporcionalmente ao quadrado.
As redes geram valor. Isso é algo difícil de discordar. Geram troca de informação, geram articulação de pessoas, geram possibilidade de produção de conhecimento, geram capacidade de novos caminhos de conversa, geram muitos modos de combinação entre pessoas e dispositivos técnicos que têm servido de base para o que temos conhecido como as melhores e mais interessantes inovações que temos produzido nos últimos anos.
Isso vale e pode ser aplicado em muitos casos. Vale para projetos, para modos de articulação social, para modos de ativismo, para modos de relacionamento em geral. Geramos valor em nossas articulações. Como entendemos o que é valor, aí, vai depender do teu olhar, daquilo que lhe convoca, do que lhe chama atenção.
Valor nem sempre é $, nem sempre é poder de dominação. Qual a unidade de valor que poderíamos utilizar aqui? Reais, amigos, articulação, influência, apoio, colaboração, ajuda? Que mais?
O fato que me interessa aqui: redes geram valores e esse valor depende unicamente do contexto onde a rede opera como modo de organização da relação entre pessoas.
A lei de Reed
Já a lei de Reed diz do número possível de subgrupos que podem ser formados dentro de uma rede. Reed, também um dos pioneiros da Internet, trabalhou na criação do TCP/IP e foi o designer do protocolo UDP.
Segundo ele, o número de subgrupos que surgem dentro de uma rede também depende do número de nós presentes na rede a uma escala que evolui exponencialmente com o número de nós: 2N − N − 1.
Pra mim, isso tem uma perspectiva bem interessante quando conseguimos observar que quanto mais gente atuando numa rede maior é a tendência dessas pessoas se organizarem em subgrupos que tenham e definam focos mais específicos de ação. Ao que tudo indica, parece esse um fenômeno bastante peculiar das redes sociais e do modo de organização que nos pautamos socialmente quando atuamos nessas redes.
Essas duas leis podem ser utilizadas de modo articulado para projetarmos análises, projetos, escalabilidade e funcionalidades em sistemas colaborativos. Estou falando de modos de fazer design de redes. Conhecer e estudar algumas das possibilidades de como as redes evoluem no tempo pode nos deixar mais atentos, mais conectados e ligados em condições de contorno que podem facilitar a conversa, facilitar o fluxo e liberar energia criativa para outros tantos meios de recombinação de imaginários.
Construindo uma história de links e caminhos, de conexões e conversas, de sentidos e contextos...
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sexta-feira, 18 de maio de 2012
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
2.5 anos de Rede HumanizaSUS - a rede em movimento
Hoje, apresentei um estudo inicial que fizemos sobre a dinâmica da Rede Humaniza SUS em seus 2.5 anos de existência.
Pude experimentar uma série de recursos de análise, síntese e comparação que fui aprendendo nos últimos meses. O estudo ficou muito interessante e, mais interessante ainda, vou apresentar para o editores da Rede, que se encontram reunidos aqui na Escola do Futuro para seu 3º Encontro. Ao longo do tempo, fomos editando alguns estudos e deixando público na página de estatísticas do projeto. Deixar público esses dados é parte fundamental da estratégia de transparência que a própria rede se propõe a ter. Além de criar algumas bases históricas e de referência que podem ser úteis para interessados no estudo das redes, dados que hoje ainda são muito raros, ainda mais se tratando de movimentos sociais e Brasil.
Coloco aqui a apresentação de hoje, e destaco os principais pontos que foram muito bacanas na conversa com os editores:
Pude experimentar uma série de recursos de análise, síntese e comparação que fui aprendendo nos últimos meses. O estudo ficou muito interessante e, mais interessante ainda, vou apresentar para o editores da Rede, que se encontram reunidos aqui na Escola do Futuro para seu 3º Encontro. Ao longo do tempo, fomos editando alguns estudos e deixando público na página de estatísticas do projeto. Deixar público esses dados é parte fundamental da estratégia de transparência que a própria rede se propõe a ter. Além de criar algumas bases históricas e de referência que podem ser úteis para interessados no estudo das redes, dados que hoje ainda são muito raros, ainda mais se tratando de movimentos sociais e Brasil.
Coloco aqui a apresentação de hoje, e destaco os principais pontos que foram muito bacanas na conversa com os editores:
- a dinâmica de crescimento da rede e sua relação com a lista de email;
- a estrutura da rede nos estados;
- a forma da rede em geral, mostrando que funciona como um grande monobloco, tendo um alto nível de centralização e não gerando subgrupos de suas conversas. A forte segmentação de interesse dos participantes, sem dúvida, é um elemento que ajuda a entender isso;
- o fato dos posts mais acessados não terem relação com os mais votados/comentados. Ocupar palavras-chave de relevância no título dos posts é uma maneira de ocupar espaço, de levar uma mensagem que tenha maior relação com a militância da própria rede. Um ambiente para ser construído.
E segue o trem!
terça-feira, 15 de junho de 2010
Ecologia Web e apropriação em rede: refletindo sobre Juventude SP
Desde janeiro que estou trabalhando mais direto com o projeto da Juventude SP aqui no laboratório. Depois de um ano atuando de forma mais operacional no projeto do Acessa Escola, voltar a refletir mais focado em Internet, em como potencializar espaços para circulação da informação e aproximar uma visão de divulgação e integração de políticas públicas em espaços de conversação em rede me pareceu um bom campo de aprendizado.
Em várias conversas com Hernani e Drica, a nossa forma de atuação nesse projeto, a maneira de atuar na rede e trabalhar a visão de Internet dentro da esfera pública no contexto desse projeto. A potência da rede se faz perceptível para quem a ajuda a construir, para quem faz parte de seus fluxos, nuances, sentidos, contextos e dissolvências. Criar chão próprio, introduzir essa visão da rede e passar a refletir a partir dela nem sempre á algo tão simples ou fácil de fazer. Desenvolver corpo e linguagem para isso, ao mesmo tempo em que vamos atuando de uma maneira a criar convergência da política pelo uso de uma nova linguagem é uma forma interessante de intervenção, pois nos produzimos diferentes ao conseguirmos nos descrever de maneiras diferentes.
Começamos a utilizar de novos dispostivos de análise e mapeamento das bordas que o site da Juventude se inseria. Fui documentando na tag juventudesp alguns descobertas e análises enquanto ia refletindo sobre isso. Mapear a complexidade e alargar um pouco mais as bordas do nosso olhar revela fatos interessantes sobre como nós mesmos nos organizamos e criamos espaços na Internet que refletem essa organização. A rede ajuda a ver isso e, no contexto de um projeto de política pública, permite ampliar a visão das relações de como a informação é construída e apropriada. Sem dúvida, me parece um campo de aprendizado infinito. Aprender sobre isso e descobrir novas ferramentas que favoreçam a rede a refletir sobre si mesma, é um caminho sedutor de pesquisa pelo qual vou me enveredando. Boas pistas se encontram na filosofia da linguagem, nos pragmáticos, na visão sistêmica de retroalimentação, mas isso já é outra conversa...
Montamos a apresentação abaixo para dar um pouco mais de contexto de como o projeto tem se desenvolvido.
Um ponto que foi interessante de trabalhar e ver o seu desenvolvimento ao longo dos meses foi o que sistematizamos abaixo como a Ecologia Web do projeto:
Algumas premissas foram importantes e que nos levaram a essa ecologia:
O espaço para conversa em rede ainda tem sido tímido e limitado, sobretudo pelo fato de ainda não termos implementadas as atualizações de tecnologia que estão previstas para o site. No entanto, é interessante perceber como os membros de comunidades vão se ligando que dentro de seus fóruns também há espaço para divulgação de vagas, projetos e acessos a programas que são gratuitos, públicos e estão no foco de interesse da comunidade que participam. Como no caso abaixo:
Enfim, tem sido divertido o aprendizado de algumas coisas que eu antes mais fazia idéia do que já tinha propriamente experimentando com esses recursos. Mas, o mais importante tem sido criar uma nova linguagem para descrever uma nova visão de Internet para esse processo e perceber o efeito que isso vem causando numa mudança da visão da própria política pública.
Em várias conversas com Hernani e Drica, a nossa forma de atuação nesse projeto, a maneira de atuar na rede e trabalhar a visão de Internet dentro da esfera pública no contexto desse projeto. A potência da rede se faz perceptível para quem a ajuda a construir, para quem faz parte de seus fluxos, nuances, sentidos, contextos e dissolvências. Criar chão próprio, introduzir essa visão da rede e passar a refletir a partir dela nem sempre á algo tão simples ou fácil de fazer. Desenvolver corpo e linguagem para isso, ao mesmo tempo em que vamos atuando de uma maneira a criar convergência da política pelo uso de uma nova linguagem é uma forma interessante de intervenção, pois nos produzimos diferentes ao conseguirmos nos descrever de maneiras diferentes.
Começamos a utilizar de novos dispostivos de análise e mapeamento das bordas que o site da Juventude se inseria. Fui documentando na tag juventudesp alguns descobertas e análises enquanto ia refletindo sobre isso. Mapear a complexidade e alargar um pouco mais as bordas do nosso olhar revela fatos interessantes sobre como nós mesmos nos organizamos e criamos espaços na Internet que refletem essa organização. A rede ajuda a ver isso e, no contexto de um projeto de política pública, permite ampliar a visão das relações de como a informação é construída e apropriada. Sem dúvida, me parece um campo de aprendizado infinito. Aprender sobre isso e descobrir novas ferramentas que favoreçam a rede a refletir sobre si mesma, é um caminho sedutor de pesquisa pelo qual vou me enveredando. Boas pistas se encontram na filosofia da linguagem, nos pragmáticos, na visão sistêmica de retroalimentação, mas isso já é outra conversa...
Montamos a apresentação abaixo para dar um pouco mais de contexto de como o projeto tem se desenvolvido.
Um ponto que foi interessante de trabalhar e ver o seu desenvolvimento ao longo dos meses foi o que sistematizamos abaixo como a Ecologia Web do projeto:
Algumas premissas foram importantes e que nos levaram a essa ecologia:
- o objetivo do projeto é integrar e divulgar políticas públicas de várias secretarias que sejam direcionadas para o jovem, tornando mais fácil o acesso desse jovem ao que está disperso e de difícil acesso no site de várias secretarias;
- só esperar que o jovem venha acessar o portal é não considerar os espaços onde ele está;
- divulgar informação relevante é uma questão de foco e não uma questão de massificação do acesso: mapeamos mais de 1000 comunidades no Orkut que tenham interesse declarado em seu perfil nos temas que são os canais do portal (Divirta-se, Estude, Trabalhe, Viva com saúde e Faça Política);
- não somos o admin do portal, portanto, temos pouca ação direta na tecnologia;
- mapear a rede e a forma como ela vem utilizando a informação que produzimos é um exercício fundamental de auto-crítica e aprendizado sobre a rede. Fazer isso não tem por objetivo controlar a rede, mas sim entender o seu contexto de movimentação, de apropriação e circulação daquilo que temos produzido.
O espaço para conversa em rede ainda tem sido tímido e limitado, sobretudo pelo fato de ainda não termos implementadas as atualizações de tecnologia que estão previstas para o site. No entanto, é interessante perceber como os membros de comunidades vão se ligando que dentro de seus fóruns também há espaço para divulgação de vagas, projetos e acessos a programas que são gratuitos, públicos e estão no foco de interesse da comunidade que participam. Como no caso abaixo:
Enfim, tem sido divertido o aprendizado de algumas coisas que eu antes mais fazia idéia do que já tinha propriamente experimentando com esses recursos. Mas, o mais importante tem sido criar uma nova linguagem para descrever uma nova visão de Internet para esse processo e perceber o efeito que isso vem causando numa mudança da visão da própria política pública.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
Duas formas de visualizar palavras-chave de busca para um site
Analisando as palavras-chave que os usuários consultaram no Google no mês de março para visitarem o site JuventudeSP, fiquei pensando em como utilizar essa informação de uma maneira mais interessante do que apenas analisando a frequência de aparecimento delas. Aproveitei a vontade de brincar com o ManyEyes da IBM paragerar algumas visualizações que podem mostrar um pouco mais do que está por detrás das 3768 pesquisas que foram feitas no Google neste mês. Vejamos:
Acredito que várias análises interessantes possam ser feitas disso aqui. Mas, a primeira vista e olhando um pouco para o que a web nos apresenta como relevantes e que traz visita para o site é:
Acredito que várias análises interessantes possam ser feitas disso aqui. Mas, a primeira vista e olhando um pouco para o que a web nos apresenta como relevantes e que traz visita para o site é:
- busca de informações sobre supletivo;
- cursos, escolas e estudo... Dá para quase dizer que a Web nos torna relevantes quando o conteúdo está relacionado a juventude e escola, juventude e cursos, o foco está essencialmente em estudo, apesar do site atuar em outros focos como trabalho, saúde, diversão e política;
- particularmente, atribuo isso ao vácuo da presença da educação pública na web, com sites de difícil indexação, baixo nível de atualização e interatividade. Ao que parece, estamos ocupando um espaço na web que está bem focado em educação. Hummmm....
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
As redes da Humanização - 2 anos de Humaniza SUS
Em fevereiro de 2010 faz dois anos que iniciamos o projeto Rede Humaniza SUS.
Não tenho dúvidas de dizer que esse foi e tem sido um dos projetos mais interessantes em que já atuei profissionalmente. Atuar junto com as pessoas que fizeram parte dessa equipe (Dani, Felipe, Hernani, Drica, Ricardo Teixeira, entre outros) tem sido uma experiência forte e muito simbólica do que é ativar uma rede, ver, sentir a emergência de rede social na Internet.
A gente ouve falar muitas coisas sobre esses temas, mas pouco efetivamente experiencia isso, vivencia e tem tempo no dia-a-dia de ir colhendo os resultados, analisar o que vem acontecendo, publicar o que o imaginário vai tecendo a partir daquela massa enorme de dados que a gente vai coletando. Acontece que resolvi ir registrando por aqui o que eu venho aprendendo com a Rede Humaniza SUS. A idéia é ir montando uma série de posts que vai documentar o vivenciei nesse projeto, como ele foi se desenvolvendo e os registros de aprendizados que puderem ficar desses 2 anos de ação.
Só para estimular vou começar lançando aqui duas imagens que consegui finalizar hoje, que mostram as interações em rede dos participantes do Humaniza. Vou voltar algumas vezes nessas imagens ao longo dos posts para ir contando um pouco a história de como se formaram.
O que elas mostram?
Não tenho dúvidas de dizer que esse foi e tem sido um dos projetos mais interessantes em que já atuei profissionalmente. Atuar junto com as pessoas que fizeram parte dessa equipe (Dani, Felipe, Hernani, Drica, Ricardo Teixeira, entre outros) tem sido uma experiência forte e muito simbólica do que é ativar uma rede, ver, sentir a emergência de rede social na Internet.
A gente ouve falar muitas coisas sobre esses temas, mas pouco efetivamente experiencia isso, vivencia e tem tempo no dia-a-dia de ir colhendo os resultados, analisar o que vem acontecendo, publicar o que o imaginário vai tecendo a partir daquela massa enorme de dados que a gente vai coletando. Acontece que resolvi ir registrando por aqui o que eu venho aprendendo com a Rede Humaniza SUS. A idéia é ir montando uma série de posts que vai documentar o vivenciei nesse projeto, como ele foi se desenvolvendo e os registros de aprendizados que puderem ficar desses 2 anos de ação.
Só para estimular vou começar lançando aqui duas imagens que consegui finalizar hoje, que mostram as interações em rede dos participantes do Humaniza. Vou voltar algumas vezes nessas imagens ao longo dos posts para ir contando um pouco a história de como se formaram.
O que elas mostram?
- o tamanho de cada bola representa a quantidade de participantes de cada grupo;
- as imagens mostram as interações entre quem publicou um post e as pessoas que comentaram esses posts no blog, sempre lembrando que uma mesma pessoa pode ter publicado vários posts e feitos vários comentários, o que vai gerando os cruzamentos entre os membros da rede;
- a proximidade de cada bola tem relação com as proximidades de articulação entre os grupos.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Os 5 Cs do engajamento online
Gostei disso aqui!
The 5 Cs of Engagement
The 5 Cs of Engagement
- Creating
The strongest form of engagement is demonstrated by using an item as inspiration to create your own, for example, writing your own blog post that responds to or refutes someone else's blog post. Creation requires the most thought and investment of time, actively generates conversation, and therefore indicates the highest level of engagement.
- Critiquing
Reading a blog post and then leaving a comment requires an investment of time, thought and effort (or sometimes just typing and name-calling...), and is a form of conversation. However, it requires less effort than writing a whole blog post. So while it is an important action, it does not indicate as much engagement as Creating.
- Chatting
Sharing and discussing information can often be started with one click, so it doesn't require a major investment of effort. However, a desire to share is a strong indication of relevance, and the act of sharing and its ensuing discussion are acts of conversation. Use of social media applications like Twitter encourage both the sharing of information and the resulting conversations. As a result, social media "chatting" indicates a good level of engagement.
- Collecting
Bookmarking or submitting items to social sites also tend to be "one-click" actions. They are intentional acts of archiving and sharing, but don't require much time or effort. However, the sharing that occurs often sparks conversations, so Collecting does demonstrate some engagement.
- Clicking
Activities like clicks and page views indicate lower engagement because they're passive interactions. Clicking a link to read a blog post doesn't require much work, and you're not giving anything back except your reading time. It is an intentional act, however, and thus indicates a mild level of interest and engagement. Which may grow after the item is read.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Google Insights e o espírito do tempo
Viver o tempo em que se vive parece algo realmente óbvio e realmente difícil quando refletimos sobre a forma que lemos o contexto de nosso tempo.
Quantos preconceitos? Quantas verdades? Quantas realidades? Quantas leituras de mundo a partir de puras subjetividades vamos construindo, nos apegando e chamando de realidade?
Uma das coisas que mais me fascina na Internet é a possibilidade de deixarmos rastros e podermos ler esses rastros para que possamos nos conhecer e conhecer melhor o que a inteligência coletiva do nosso tempo vem produzindo.
Para isso, o Google Insights é um caminho simples e extremamente interessante. É claro que isso depende muito mais do tipo de pergunta que fazemos do que do tipo de interface tecnológica que a ferramenta oferece.
Para mostrar um pouco como vejo isso, gerei um gráfico e alguns dados abaixo.
A questão aqui é ver o que pensamos, o que buscamos quando olhamos para uma caixa do google e procuramos desejos, vontades, quereres, entre tantas outras possibilidades. Conhecer isso, é conhecer um pouco mais do espírito do tempo que produzimos.
Quantos preconceitos? Quantas verdades? Quantas realidades? Quantas leituras de mundo a partir de puras subjetividades vamos construindo, nos apegando e chamando de realidade?
Uma das coisas que mais me fascina na Internet é a possibilidade de deixarmos rastros e podermos ler esses rastros para que possamos nos conhecer e conhecer melhor o que a inteligência coletiva do nosso tempo vem produzindo.
Para isso, o Google Insights é um caminho simples e extremamente interessante. É claro que isso depende muito mais do tipo de pergunta que fazemos do que do tipo de interface tecnológica que a ferramenta oferece.
Para mostrar um pouco como vejo isso, gerei um gráfico e alguns dados abaixo.
A questão aqui é ver o que pensamos, o que buscamos quando olhamos para uma caixa do google e procuramos desejos, vontades, quereres, entre tantas outras possibilidades. Conhecer isso, é conhecer um pouco mais do espírito do tempo que produzimos.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
e o que os memes t:êm a ver com isso...
Memes podem ser um hábito, uma atitude, uma tendêndia de consumo ou opinião.
Tem muita gente hoje dizendo que para que façamos grandes mudanças é preciso apenas contagiar poucas pessoas. Claro que pensando em termos da dinâmica de propagação dos memes nas redes sociais isso faz todo um sentido, seja online ou offline.
Mas, e daí? A questão é que tem uma quantidade enorme de pessoas ganhando uma grana no mercado de publicidade e propaganda, marketing e tals, gastando seu tempo e neurônios em cima disso para vender de quase tudo.
Tem um lance forte que me chama a atenção nisso e me leva a querer estudar mais.
Qual o nível de interferência que podemos ter nessa propagação de memes? E como fazemos isso? Em que ponto podemos agir, abrir espaços mais interessantes de conversação e ajudar a deslocar o olhar só um pouquinho para o lado.
Será que isso tudo não tem a ver com as novas técnicas de divulgação científica?
Seriam os museus modernos memes embalados nos nossos fluxos de feeds?
E o que tudo isso tem a ver com educação? Aqui, me pega a conversa. Pesquisando...
Tem uma referência que ajuda no assunto: The tipping point! O primeiro capítulo do livro tá online aqui!
Tem muita gente hoje dizendo que para que façamos grandes mudanças é preciso apenas contagiar poucas pessoas. Claro que pensando em termos da dinâmica de propagação dos memes nas redes sociais isso faz todo um sentido, seja online ou offline.
Mas, e daí? A questão é que tem uma quantidade enorme de pessoas ganhando uma grana no mercado de publicidade e propaganda, marketing e tals, gastando seu tempo e neurônios em cima disso para vender de quase tudo.
Tem um lance forte que me chama a atenção nisso e me leva a querer estudar mais.
Qual o nível de interferência que podemos ter nessa propagação de memes? E como fazemos isso? Em que ponto podemos agir, abrir espaços mais interessantes de conversação e ajudar a deslocar o olhar só um pouquinho para o lado.
Será que isso tudo não tem a ver com as novas técnicas de divulgação científica?
Seriam os museus modernos memes embalados nos nossos fluxos de feeds?
E o que tudo isso tem a ver com educação? Aqui, me pega a conversa. Pesquisando...
Tem uma referência que ajuda no assunto: The tipping point! O primeiro capítulo do livro tá online aqui!
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Como usar a Web Analítica - Resumindo o livro de Avinash Kaushik
Faz umas 5 semanas que eu parei para escrever o meu projeto de doutorado para prestar o exame na ECA. No intervalo do trabalho, passei numa livraria, achei o livro interessante, comprei e comecei a estudar. Chamou a atenção e foi ficando cada vez mais interessante. Tá me abrindo um monte de possibilidades e como forma de compartilhar algumas descobertas, vou jogando algo por aqui:

Vamos lá:
- A Web Analítica é o controle, coleta, medição, relatório e análise reais dos dados quantitativos da Internet para otimizar os websites e as iniciativas de marketing na web;
- problemas de se usar os logs de servidores para analisar os dados:
- cache da página feito pelo ISP;
- robôs de pesquisa;
- calcular os visitantes exclusivos;
- Como deve ser a Web Analítica:
- análise de densidade de cliques;
- finalidade primária do visitante: fazer pesquisas;
- taxas de término de tarefas;
- tendências segmentadas do visitante;
- análise de impacto dos diversos canais

- Trinity: uma predisposição e uma abordagem estratégica
- critérios acionáveis e métricas;
- análise do comportamento: análise dos dados do fluxo de cliques;
- análise dos resultados: elemento e daí!;
- análise da experiência: pesquisas de campo;
- quatro métodos para coletas de dados: weblogs, webbeacons, tags javascripts e sniffer de pacotes;
- tendências de mecanismos de pesquisa:
- Google Trends;
- Microsoft AdCenter Labs;
- comece o processo de trabalhar com as perguntas conceituais (aonde mesmo queremos chegar?) no início - bem antes de ter uma ferramenta de webanalítica, bem antes de saber qual o site e o que ele faz.
- regra 10/90: 10% do orçamento em ferramentas e 90% do gasto com pessoas pensantes;
- os 10 blogs mais importantes da Web Analítica;
- aprofunde-se nas áreas específicas: recomendo que encontre pequenos nichos de segmentos de dados para se aprofundar;
- na web, os números absolutos raramento importam. As tendências sim, e as tendências segmentadas, muito mais.
- melhores práticas para garantir melhores dados de análise:
1. marque com tags todas as suas páginas;
2. coloque as tags por último;
3. coloque as tags em linha;
4. identifique sua definição de página exclusiva;
5. use os cookies com inteligência;
6. considere problemas da codificação de links;
7. tenha cuidado com as redireções;
8. confirme se os dados estão sendo corretamente capturados;
9. codifique corretamente as experiências da Web rica.
- qual métrica devo escolher? -> teste das 3 camadas de "e daí?"
- toda jornada de Web Analítica começa com 3 perguntas fundamentais:
- como muitos visitantes chegam ao nosso site?
- por quanto tempo eles ficam?
- quantas páginas eles visitam?
- definições de métricas básicas:
- visitas: uma contagem de todas as sessões durante um certo período de tempo;
- visitantes únicos: uma contagem de todos os cookie_ids exclusivos durante um certo período de tempo;
- bounce rate: a procentagem do tráfego de quem ficou em seu website por menos de 10 segundos.
- estamos tratando nossas 10 principais páginas como nossa home? São pontos onde ações podem ser tomadas;
- Taxas de Referência:
- taxa geral de respostas para pesquisas na Web: 1 a 2%;
- de acordo com o último estudo da E-consultancy, 80% do tráfego da Internet iniciam sua experiência de navegação em um mecanismo de pesquisa;
continua....

Vamos lá:
- A Web Analítica é o controle, coleta, medição, relatório e análise reais dos dados quantitativos da Internet para otimizar os websites e as iniciativas de marketing na web;
- problemas de se usar os logs de servidores para analisar os dados:
- cache da página feito pelo ISP;
- robôs de pesquisa;
- calcular os visitantes exclusivos;
- Como deve ser a Web Analítica:
- análise de densidade de cliques;
- finalidade primária do visitante: fazer pesquisas;
- taxas de término de tarefas;
- tendências segmentadas do visitante;
- análise de impacto dos diversos canais
- Trinity: uma predisposição e uma abordagem estratégica
- critérios acionáveis e métricas;
- análise do comportamento: análise dos dados do fluxo de cliques;
- análise dos resultados: elemento e daí!;
- análise da experiência: pesquisas de campo;
- quatro métodos para coletas de dados: weblogs, webbeacons, tags javascripts e sniffer de pacotes;
- tendências de mecanismos de pesquisa:
- Google Trends;
- Microsoft AdCenter Labs;
- comece o processo de trabalhar com as perguntas conceituais (aonde mesmo queremos chegar?) no início - bem antes de ter uma ferramenta de webanalítica, bem antes de saber qual o site e o que ele faz.
- regra 10/90: 10% do orçamento em ferramentas e 90% do gasto com pessoas pensantes;
- os 10 blogs mais importantes da Web Analítica;
- aprofunde-se nas áreas específicas: recomendo que encontre pequenos nichos de segmentos de dados para se aprofundar;
- na web, os números absolutos raramento importam. As tendências sim, e as tendências segmentadas, muito mais.
- melhores práticas para garantir melhores dados de análise:
1. marque com tags todas as suas páginas;
2. coloque as tags por último;
3. coloque as tags em linha;
4. identifique sua definição de página exclusiva;
5. use os cookies com inteligência;
6. considere problemas da codificação de links;
7. tenha cuidado com as redireções;
8. confirme se os dados estão sendo corretamente capturados;
9. codifique corretamente as experiências da Web rica.
- qual métrica devo escolher? -> teste das 3 camadas de "e daí?"
- toda jornada de Web Analítica começa com 3 perguntas fundamentais:
- como muitos visitantes chegam ao nosso site?
- por quanto tempo eles ficam?
- quantas páginas eles visitam?
- definições de métricas básicas:
- visitas: uma contagem de todas as sessões durante um certo período de tempo;
- visitantes únicos: uma contagem de todos os cookie_ids exclusivos durante um certo período de tempo;
- bounce rate: a procentagem do tráfego de quem ficou em seu website por menos de 10 segundos.
- estamos tratando nossas 10 principais páginas como nossa home? São pontos onde ações podem ser tomadas;
- Taxas de Referência:
- taxa geral de respostas para pesquisas na Web: 1 a 2%;
- de acordo com o último estudo da E-consultancy, 80% do tráfego da Internet iniciam sua experiência de navegação em um mecanismo de pesquisa;
continua....
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
usando a inteligência coletiva para blogar
seguindo na linha de aproveitar o que as multidões fazem nos mecanismos de pesquisa como tema para produção de conteúdo para um blog, descobri um recurso muito rico e interessante, além de muito simples de usar: o Google Adwords KeyWord Tool.
A idéia básica por trás da ferramenta é a seguinte:
1. você pode digitar uma palavra-chave qualquer e o Google te retorna o que as pessoas estão pesquisando na Web, com que frequência e com que nível de anunciantes relacionados ao termo.
2. você pode digitar o endereço de um site e o Google vai revirar o conteúdo dele e sugerir palavras-chave que são significativas para aquele conteúdo. Além dessa sugestão, mostra as médias mensais de busca dessas palavras, além do nível de interesse por anunciantes.
Recurso fantástico para quem tá interessado em descobrir como a multidão na Web está navegando, pesquisando e circulando informação a um determinado tema. O interesse que tenho nisso aqui é usar esse tipo de recurso para ajudar a produzir conteúdos relevantes para os sites relacionados aos conteúdos de pesquisa. Ouro puro.
A idéia básica por trás da ferramenta é a seguinte:
1. você pode digitar uma palavra-chave qualquer e o Google te retorna o que as pessoas estão pesquisando na Web, com que frequência e com que nível de anunciantes relacionados ao termo.
2. você pode digitar o endereço de um site e o Google vai revirar o conteúdo dele e sugerir palavras-chave que são significativas para aquele conteúdo. Além dessa sugestão, mostra as médias mensais de busca dessas palavras, além do nível de interesse por anunciantes.
Recurso fantástico para quem tá interessado em descobrir como a multidão na Web está navegando, pesquisando e circulando informação a um determinado tema. O interesse que tenho nisso aqui é usar esse tipo de recurso para ajudar a produzir conteúdos relevantes para os sites relacionados aos conteúdos de pesquisa. Ouro puro.
feed burner
andando pela webanalítica algumas coisas começam a fazer sentido quando a idéia é construir uma ecologia de monitoramento do que se passa dentro de um ambiente web.
o caso dos feeds é interessante.
não tenho muita idéia se há alguma pesquisa significativa que mostre o consumo médio dos feeds nos blogs brasileiros. mas, acompanhar como isso vem acontecendo em nossos sites é algo que vale a pena, ao menos, como estudo.
colei no feedburner para aprender algo mais sobre isso!
Como a idéia era estudar a partir desse blog aqui, peguei dois tutoriais que valem a pena dar uma olhada. Explicam um pouco mais como usar o tal....
How do I create a Blogger Feed?
O que o FeedBurner pode fazer pelo seu blog
o caso dos feeds é interessante.
não tenho muita idéia se há alguma pesquisa significativa que mostre o consumo médio dos feeds nos blogs brasileiros. mas, acompanhar como isso vem acontecendo em nossos sites é algo que vale a pena, ao menos, como estudo.
colei no feedburner para aprender algo mais sobre isso!
Como a idéia era estudar a partir desse blog aqui, peguei dois tutoriais que valem a pena dar uma olhada. Explicam um pouco mais como usar o tal....
How do I create a Blogger Feed?
O que o FeedBurner pode fazer pelo seu blog
sábado, 29 de novembro de 2008
desvendando a cauda longa

produzir para um blog é algo que vem me chamando a atenção nos últimos tempos, a partir de uma questão bastante simples: o que interessa para as pessoas que estão pesquisando, lendo o que eu venho pesquisando e publicando por aqui?
descobrir que posso direcionar melhor esse material de pesquisa, de forma a tornar mais acessível e mais interativa a própria pesquisa é algo que me interessa. até para experimentar formas que possam me ajudar a escolher no que vou focar.
vindo aqui para Itupeva, casa da família e tals, tirei um restinho da noite para dar uma pesquisa num material que me chamava a atenção no SlideShare:
dessa apresentação, descobri o HitTail, que é um abiente de Webanalítica que tem por objetivo analisar o tráfego de busca num determinado site e sugere palavras-chave que deveriam compor a produção de novas publicações e conteúdos. Achei interessante, pois essa solução vai diretamente na questão da Cauda longa, puxando interesses, palavras "menos relevantes" para orientar novas "pautas"...
É, me parece que esse pode ser mais um braço interessante para a ecologia da webanalítica que venho montando, pesquisando e experimentando...
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Sociogramas, indicadores e Redes Sociais
Avaliando um projeto e brincando com os números....
sociogramas - Regionais Prêmio Itaú Unicef

Chegando a uma análise do projeto de ativação de Redes Sociais junto ao Cenpec.
Uma das melhores coisas desse projeto é a possibilidade que estou tendo de experimentar algumas novas formas de manipular essas informações e poder gerar alguns novos indicadores:
- taxa de conversação: baseado nas mensagens enviadas na lista em email em relação ao número de participantes;
- taxa de colaboração: uma junção da transitividade, centralidade e da taxa de conversação de uma rede.
Em tese, e isso precisa ser muito analisado para podermos chegar a algumas conclusões, essa taxa de colaboração começa a juntar dados provenientes da webanalítica tradicional com dados oriundos da análise de redes sociais. Essa é uma experimentação que tenho feito nos últimos e que pretendo avançar conforme alguns projetos vão chegando ao final e tenho condições de validar alguns conceitos que venho formando. Tem alguns princípios básicos que venho observando que podem ser considerados quando da formação de um novo indicador:
- normalizar os valores em base comum;
- utilizar fatores de normalização de base empírica em relação as médias a serem normalizadas;
- ser um valor que permita gerar ações rápidas e simples com base no efeito comparativo.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
alguns quesitos para comparar ferramentas webanalíticas
#1: Comparing Web Logs vs. JavaScript driven tools. Don’t.
#2: First & Third Party Cookies. The gift that keeps giving!
#3: Imprecise website tagging.
#4: Torture Your Vendor: Check Definitions of Key Metrics.
#5: Sessionization. One Tough Nut.
#6: URL Parameter Configuration. The Permanent Tripwire.
#7: Campaign Parameter Configuration. The Problem of the Big.
#8: Data Sampling. The Hidden “Angel”.
#9: Order of the Tags. Love it, Hate it, Happens.
diretamente do Avinash
#2: First & Third Party Cookies. The gift that keeps giving!
#3: Imprecise website tagging.
#4: Torture Your Vendor: Check Definitions of Key Metrics.
#5: Sessionization. One Tough Nut.
#6: URL Parameter Configuration. The Permanent Tripwire.
#7: Campaign Parameter Configuration. The Problem of the Big.
#8: Data Sampling. The Hidden “Angel”.
#9: Order of the Tags. Love it, Hate it, Happens.
diretamente do Avinash
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
dois ebooks: apropriação e webanalítica
na tela de pesquisa, o univeso da sistematização da informação e como ela pode se tornar cada vez mais útil para fazer sentido as pessoas é uma busca constante.
dois novos ebooks que podem ajudar a a novas pistas no cenário geral:
Apropriações Tecnológicas: Emergência de textos, idéias e imagens do Submidialogia#3
Web Analytics - Uma visão brasileira
O primeiro é de uma turma conhecida, alguns parceiros de caminhada. Participei do submidialogia 2, se não me engano, quando foi em Campinas. Conversas interessantes, bons papos. O que andou de lá pra cá? Caberia ativação de redes sociais dentro das submidialogias? Será que as experiências que venho pesquisando ainda fariam sentido para essas pessoas?
O segundo vem de uma busca recente. Qual o alcance das nossas ações na Web? Números de acesso dizem bem poucas coisas, sendo úteis até um certo limite. Certamente, como venho descobrindo, há bem mais inteligência nisso tudo. A questão do propósito é tão complexa que chega a ser existencial no limite. Mas, enfim, o que é mesmo que estamos fazendo aqui?
dois novos ebooks que podem ajudar a a novas pistas no cenário geral:
Apropriações Tecnológicas: Emergência de textos, idéias e imagens do Submidialogia#3
Web Analytics - Uma visão brasileira
O primeiro é de uma turma conhecida, alguns parceiros de caminhada. Participei do submidialogia 2, se não me engano, quando foi em Campinas. Conversas interessantes, bons papos. O que andou de lá pra cá? Caberia ativação de redes sociais dentro das submidialogias? Será que as experiências que venho pesquisando ainda fariam sentido para essas pessoas?
O segundo vem de uma busca recente. Qual o alcance das nossas ações na Web? Números de acesso dizem bem poucas coisas, sendo úteis até um certo limite. Certamente, como venho descobrindo, há bem mais inteligência nisso tudo. A questão do propósito é tão complexa que chega a ser existencial no limite. Mas, enfim, o que é mesmo que estamos fazendo aqui?
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