Dia interessante aqui na CIRS.
Não tanto pela programação oficial, que vou comentar mais tarde num post por aqui, mas sobre as conversas com várias pessoas bacanas. Povo gente boa, que temos trabalhado em paralelo ao longo dos últimos anos e que, tendo tempo, percebemos o quanto de semelhança e o quanto estamos buscando respostas para questões que perseguimos.
Bem, deu para coletar alguns bons links por aqui que podem inspirar novas possibilidades de visualização da informação, além de nos ajudar a perceber como produzimos nossos sentidos de grupo e como enxergamos uma parte do invisível do que estamos fazendo coletivamente:
Construindo uma história de links e caminhos, de conexões e conversas, de sentidos e contextos...
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quinta-feira, 11 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
Mapeando os principais pesquisadores em Análise de Redes Sociais
O estudo da análise de redes sociais tem sido um processo divertido por várias razões. Não só a questão de conseguir desenvolver um novo olhar para o tipo de projeto e de ativismo que me propus a fazer desde os idos de Metáfora, mas o descobrir de estruturas de pensamento desenvolvidas nas ciências sociais que acabo por achar interessantes e condizentes com a forma que também vejo as coisas.
Ocorre que venho já a alguns anos pesquisando artigos, livros, pesquisadores na área. Tem muito aventureiro por aí, gente que acaba escrevendo os mesmos temas requentados, dando um ar de novidade e vendendo milhões de livros que acabam por efetivamente contar mais do mesmo. Resolvi fazer um mapeamento inicial, bastante simples, mas linkando os principais pesquisadores que desenvolvem trabalhos que considero sérios do ponto de vista científico. Aí vai:
Agora, se o objetivo é aprender os conceitos básicos e conseguir usar uma boa ferramenta de visualização e análises de redes para rapidamente conseguir aplicar isso em projetos e experimentos, realmente recomendo esse livro: Exploratory Social Networks Analysis with Pajek. O livro é relativamente curto, tem 280 páginas, e ensina os principais métodos de pesquisa, fazendo uma rápida revisão teórica dos conceitos, já partindo para como aplicar isso usando o software Pajek. Devorei o livro em 10 dias, rodando os exemplos que ele inclui no site. Literalmente, foi um salto de compreensão do que dá para fazer e de como podemos olhar para os nossos projetos de uma forma um pouco mais interessante.
Enfim, certamente tem muito ouro de pesquisa, compreensão e visão de mundo nas bases de dados dos sistemas que temos ajudado a criar ao longo desses anos. O que fazer com isso, como dar visibilidade a isso e como contar essa história é uma questão de ponto de vista e de preferência pessoal. Fui!
Ocorre que venho já a alguns anos pesquisando artigos, livros, pesquisadores na área. Tem muito aventureiro por aí, gente que acaba escrevendo os mesmos temas requentados, dando um ar de novidade e vendendo milhões de livros que acabam por efetivamente contar mais do mesmo. Resolvi fazer um mapeamento inicial, bastante simples, mas linkando os principais pesquisadores que desenvolvem trabalhos que considero sérios do ponto de vista científico. Aí vai:
- Ronald Burt: pesquisador da Universidade de Chicago. Trabalha com foco bem estrutural, sendo o criador dos principais desenvolvedores do conceito de papéis estruturais na rede. Foi um dos criadores da visão do capital social como sendo articulado pelas relações dos brokers e seus respectivos posicionamentos em rede. Os principais trabalhos dele, inclusive de 2010, podem ser baixados aqui!
- David Krackhardt: pesquisador da Carnegie Mellon. Seu trabalho é focado na relação das estruturas de rede e as organizações humanas. Propõe algumas tipologias para o estudo de redes e analisa diferentes formas que ações poderiam ser feitas para ativar colaboração em redes. Seu trabalho amplia a idéia simplista de que se ativa uma rede apenas ampliando a quantidade de links entre as pessoas. David mostra como isso pode ser efetivo ou um problema em determinadas situações, propondo que ações periféricas estruturais possam ser desenvolvidas de formas mais interessantes. Os principais trabalhos dele podem ser encontrados aqui!
- Rob Cross: pesquisador da Universidade de Virginia. Foi um dos criadores do conceito de análise de redes organizacionais. Ele aplica os métodos tradicionais de análise de redes em projetos em empresas, criando várias taxonomias de classificação e dicas, algumas interessantes outras nem tanto, sobre pequenas ações que podem ser tomadas no dia-a-dia para melhorar ações em rede. Seu foco é essencialmente empresarial, logo, precisa fazer um filtro grande em algumas coisas que ele coloca, pois podem ser bem questionáveis do ponto de vista de um projeto com uma visão mais social do mundo. Tem dois livros publicados que são interessantes, inclusive um que acabou sendo lançando em português no Brasil. Uma das publicações que achei mais interessante dele tá acessível aqui!
- Steve Borgatti: pesquisador da Universidade de Kentucky. Pesquisa redes do ponto de vista estrutural, relações culturais e gerenciamento do conhecimento. Foi um dos criadores do Netdraw e do Ucinet, dois dos principais softwares para análise de redes, principalmente para quem tá começando a fazer os primeiros experimentos. Suas publicações estão aqui!
- Linton Freeman: pesquisador da Universidade da California. Um dos mais antigos pesquisadores da área, partitcipou das principais descobertas estruturais e ajudou a desenvolver os principais métodos de pesquisa. Tem um livro bem interessante que conta a história da análise de redes sociais. Vale a pena conferir. Suas principais publicações podem ser encontradas aqui!
- Barry Wellman: pesquisador da Universidade de Toronto. Além do estudo de análise de redes sociais, Barry estuda também cultural digital e a os efeitos da cultura das redes no meio social. Tem um trabalho de pesquisa interessante chamado Conected Lifes, onde a partir de um questionário aplicado a 350 moradores da cidade de Toronto, estudou as relações de mudanças sociais a partir da cultura das redes.
Agora, se o objetivo é aprender os conceitos básicos e conseguir usar uma boa ferramenta de visualização e análises de redes para rapidamente conseguir aplicar isso em projetos e experimentos, realmente recomendo esse livro: Exploratory Social Networks Analysis with Pajek. O livro é relativamente curto, tem 280 páginas, e ensina os principais métodos de pesquisa, fazendo uma rápida revisão teórica dos conceitos, já partindo para como aplicar isso usando o software Pajek. Devorei o livro em 10 dias, rodando os exemplos que ele inclui no site. Literalmente, foi um salto de compreensão do que dá para fazer e de como podemos olhar para os nossos projetos de uma forma um pouco mais interessante.
Enfim, certamente tem muito ouro de pesquisa, compreensão e visão de mundo nas bases de dados dos sistemas que temos ajudado a criar ao longo desses anos. O que fazer com isso, como dar visibilidade a isso e como contar essa história é uma questão de ponto de vista e de preferência pessoal. Fui!
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Mentes, redes e os tais mundos pequenos
Tem algumas coisas que têm me interessado muito nos últimos tempos e que venho pesquisando um pouco a cada dia, lendo, analisando, praticando algumas coisas, sintetizando outras e construindo representações abstratas dessas idéias por aí.
Sintetizo dessa forma os tópicos que estão no campo de atenção atualmente:
1. visualização de relações através da análise de redes sociais;
2. meditação e neurofisiologia, bem como a produção de frequência vibracional na matéria causada por diferentes estágios de mente;
3. sensores, interação, capacidade de representação e consciência da visualização da mente.
Pesquisa sobre a expressão Wavelet na web, acabei encontrando um estudo realmente muito interessante e que me parece que aponta numa certa direção de síntese desses 3 ítens que mencionei acima.
O lance aqui é que os caras as áreas de relacionamento da mente humana a partir da medição de frequência do pensamento usando ressonância magnética e geraram imagens de redes sociais que se assimilam muito a um tipo de rede chamada small world, exatamente como é a Internet.
As duas imagens que me chamaram atenção:
Sintetizo dessa forma os tópicos que estão no campo de atenção atualmente:
1. visualização de relações através da análise de redes sociais;
2. meditação e neurofisiologia, bem como a produção de frequência vibracional na matéria causada por diferentes estágios de mente;
3. sensores, interação, capacidade de representação e consciência da visualização da mente.
Pesquisa sobre a expressão Wavelet na web, acabei encontrando um estudo realmente muito interessante e que me parece que aponta numa certa direção de síntese desses 3 ítens que mencionei acima.
O lance aqui é que os caras as áreas de relacionamento da mente humana a partir da medição de frequência do pensamento usando ressonância magnética e geraram imagens de redes sociais que se assimilam muito a um tipo de rede chamada small world, exatamente como é a Internet.
As duas imagens que me chamaram atenção:
Pois é...
Ao que tá parecendo o caminho de pesquisar esse tipo de interatividade em rede, brincar com a interatividade de sensores, Arduíno e análise de redes tá só começando a esquentar...
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Mapeando a Rede Social de um curso
fiz uma brincadeira com os amigos do Gens, que me convidaram para falar um pouco sobre redes sociais no seu curso de comunicação.
No final do nosso terceiro papo, eu propus para que mapeássemos a Rede Social dos participantes do curso, relacionando-se entre si e com as principais organizações que as pessoas fazem parte. O resultado ficou muito interessante e dá uma margem para pensarmos no efeito que esse tipo de visualização pode causar e como pode facilitar conhecermos um pouco mais de nossas estruturas organizacionais.
A imagem gera mais perguntas que eu mesmo gostaria de estudar:
No final do nosso terceiro papo, eu propus para que mapeássemos a Rede Social dos participantes do curso, relacionando-se entre si e com as principais organizações que as pessoas fazem parte. O resultado ficou muito interessante e dá uma margem para pensarmos no efeito que esse tipo de visualização pode causar e como pode facilitar conhecermos um pouco mais de nossas estruturas organizacionais.
A imagem gera mais perguntas que eu mesmo gostaria de estudar:
- Como essa visualização pode impactar no acesso entre as organizações que se relacionam através desse grupo?
- Como essa visualização muda as próprias conversas do grupo a respeito de si mesmo?
- Como podemos usar isso para refletirmos a respeito de nossas estruturas tradicionais de aprendizagem e conversação?
- Como podemos melhorar a forma de construirmos esse tipo de mapa juntos?
- Como essas relações nos aspectam, ou seja, nos influencia em nosso cotidiano? O quanto percebemos isso? O quanto queremos perceber?
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Liberdade e criação
"a liberdade possibilita uma percepção criadora de novas ordens de necessidade. Se você não puder fazer isso, não será realmente livre." David Bohm
O quanto conseguimos questionar as nossas próprias estruturas internas de representação do mundo?
O quanto conseguimos olhar para elas sem medo, sem susto, sem receio de simplesmente olhar e se questionar?
Qual a dificuldade de olhar? Medo de ver nas próprias teias da percepção?
O quanto conseguimos questionar as nossas próprias estruturas internas de representação do mundo?
O quanto conseguimos olhar para elas sem medo, sem susto, sem receio de simplesmente olhar e se questionar?
Qual a dificuldade de olhar? Medo de ver nas próprias teias da percepção?
domingo, 26 de julho de 2009
Produzindo realidades
Duas citações muito interessantes vindas de fontes que começam a criar uma relação íntima com o que tenho feito ultimamente:
"Nós não descobrimos propriamente o mundo externo, nós descobrimos possibilidades de relação." Do texto "O propósito da educação no budismo".
e
"Os objetos têm fronteiras cada vez menos definidas; são constituídos por anéis que se entrecruzam em teias complexas com os dos restantes objetos, a tal ponto que os objetos em si são menos reais do que as relações entre eles."
SANTOS, Boaventura de Sousa. Um discurso sobre as ciências. Ed. Cortez. 2003.
Ora, se tudo isso então (as múltiplas realidades possíveis) são possibilidades de relação, a escolha de como eu olho para essas relações, como eu as visualizo internamente e projeto no compartilhar com os outros certamente tem um efeito de alinhamento que pode ser muito melhor trabalhado a partir dessa consciência.
O que mais uma vez nos leva a questão: se eu consigo abrir mão da minha escolha de possibilidade de relação com algo, ao menos por alguns instantes, para tentar ver como você se relaciona com aquilo, muito provavelmente de outra forma, será que a partir dessa postura a gente num consegue produzir algo inovador? E será que esse algo num seria uma possibilidade de relação que, para além da minha relação com a realidade, eu amplio a possibilidade de me relacionar com você?
A relação, qualquer que seja, é apenas uma possibilidade de escolha. Gostei!
"Nós não descobrimos propriamente o mundo externo, nós descobrimos possibilidades de relação." Do texto "O propósito da educação no budismo".
e
"Os objetos têm fronteiras cada vez menos definidas; são constituídos por anéis que se entrecruzam em teias complexas com os dos restantes objetos, a tal ponto que os objetos em si são menos reais do que as relações entre eles."
SANTOS, Boaventura de Sousa. Um discurso sobre as ciências. Ed. Cortez. 2003.
Ora, se tudo isso então (as múltiplas realidades possíveis) são possibilidades de relação, a escolha de como eu olho para essas relações, como eu as visualizo internamente e projeto no compartilhar com os outros certamente tem um efeito de alinhamento que pode ser muito melhor trabalhado a partir dessa consciência.
O que mais uma vez nos leva a questão: se eu consigo abrir mão da minha escolha de possibilidade de relação com algo, ao menos por alguns instantes, para tentar ver como você se relaciona com aquilo, muito provavelmente de outra forma, será que a partir dessa postura a gente num consegue produzir algo inovador? E será que esse algo num seria uma possibilidade de relação que, para além da minha relação com a realidade, eu amplio a possibilidade de me relacionar com você?
A relação, qualquer que seja, é apenas uma possibilidade de escolha. Gostei!
Estruturas dissipativas e as redes como sistemas abertos
"A teoria das estruturas dissipativas e o princípio da “ordem através das flutuações” estabelecem que em sistemas abertos, ou seja, em sistemas que funcionam nas margens da estabilidade, a evolução explica-se por flutuações de energia que em determinados momentos, nunca inteiramente previsíveis, desencadeiam espontaneamente reações que, por via de mecanismos não lineares, pressionam o sistema para além de um limite máximo de instabilidade e o conduzem a um novo estado macroscópico."
SANTOS, Boaventura de Sousa. Um discurso sobre as ciências. Ed. Cortez. 2003.
As redes, assim como qualquer organização humana, podem ser entendidas como sistemas abertos. Até, tudo bem, mas e daí? Observando a citação acima do Boaventura dá para relacionar o efeito das flutuações de energia com a evolução dos sistemas. Sendo essas flutuações de energia relacionadas as conversações na rede, podemos "visualizar" essas conversações como flutuações no sistema dinamicamente levando o sistema para um novo estado macroscópico.
Vejo dois efeitos interessantes e importantes no que estou pesquisando atualmente:
1. seria muito interessante correlacionar essas flutuações de energia provocadas no sistema pelas conversações através da visualização dinâmica das redes;
2. qual seria a relação entre essas flutuações de energia que desencadeiam reações e as flutuações de padrões mentais psquíco/kármico em minha mente? Como eu estou acoplado ao sistema? Como eu posso visualizar e perceber o meu acoplamento? O que não deixam de ser meras flutuações no sistema é aquilo que eu chamo de realidade? E qual seria o efeito da meditação na capacidade de ter consciência da flutuação e do seus possíveis efeitos em minha mente? Seria possível visualizar isso em rede?
Quanto pergunta boa...
SANTOS, Boaventura de Sousa. Um discurso sobre as ciências. Ed. Cortez. 2003.
As redes, assim como qualquer organização humana, podem ser entendidas como sistemas abertos. Até, tudo bem, mas e daí? Observando a citação acima do Boaventura dá para relacionar o efeito das flutuações de energia com a evolução dos sistemas. Sendo essas flutuações de energia relacionadas as conversações na rede, podemos "visualizar" essas conversações como flutuações no sistema dinamicamente levando o sistema para um novo estado macroscópico.
Vejo dois efeitos interessantes e importantes no que estou pesquisando atualmente:
1. seria muito interessante correlacionar essas flutuações de energia provocadas no sistema pelas conversações através da visualização dinâmica das redes;
2. qual seria a relação entre essas flutuações de energia que desencadeiam reações e as flutuações de padrões mentais psquíco/kármico em minha mente? Como eu estou acoplado ao sistema? Como eu posso visualizar e perceber o meu acoplamento? O que não deixam de ser meras flutuações no sistema é aquilo que eu chamo de realidade? E qual seria o efeito da meditação na capacidade de ter consciência da flutuação e do seus possíveis efeitos em minha mente? Seria possível visualizar isso em rede?
Quanto pergunta boa...
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
visualização das redes..
dando uma rodada por aí, dá para perceber que tem gente tentando definir uma tal de web 3.0 como sendo algo mais visual do que tem sido até hoje.
sem dúvida, um dos grandes pontos a se criar, desenvolver, inovar é a forma de visualização da informação, que tem por capacidade apresentar uma grande quantidade de informação sintetizada se for bem feita.
esse processo de dar visibilidade a informação tem sido uma busca pessoal de alguns meses para cá. como mostrar ao outro aquilo que eu vejo? como facilitar com que outras pessoas possam se apropriar de conceitos, de possibilidades de experimentação e ampliarem seu repertório?
sobretudo, me interessa a visibilidade das redes. a produção em rede, a colaboração em rede, a criação em rede. sinto que estou nos primeiros 2 passos desse aprendizado.
então, nesse mesmo artigo falando da tal web 3.0 (que, particularmente, acho uma definição ruim para o mais do mesmo), achei um brinquedo interessante que tem a ver com visualização de redes e com websemântica: webbr!
sem dúvida, um dos grandes pontos a se criar, desenvolver, inovar é a forma de visualização da informação, que tem por capacidade apresentar uma grande quantidade de informação sintetizada se for bem feita.
esse processo de dar visibilidade a informação tem sido uma busca pessoal de alguns meses para cá. como mostrar ao outro aquilo que eu vejo? como facilitar com que outras pessoas possam se apropriar de conceitos, de possibilidades de experimentação e ampliarem seu repertório?
sobretudo, me interessa a visibilidade das redes. a produção em rede, a colaboração em rede, a criação em rede. sinto que estou nos primeiros 2 passos desse aprendizado.
então, nesse mesmo artigo falando da tal web 3.0 (que, particularmente, acho uma definição ruim para o mais do mesmo), achei um brinquedo interessante que tem a ver com visualização de redes e com websemântica: webbr!
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