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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Experimentando o olhar na evolução das redes ... animando grafos

Começando a gerar alguns experimentos que facilitem visualizar e se dar conta de como as redes produzem movimentos de sincronia, movimentos de remix de posições ao colocarmos em movimento as relações como se estabelecem no tempo.

A experiência abaixo é a partir dos dados da rede Univerciencia.org, uma rede de co-autoria entre pesquisadore que publicam em revistas da área da Ciência da Comunicação.


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Experimentando a ferramenta Gephi - Visualizador e manipulador de grafos

Dando uma olhada no site do Instituto de Santa Fé num curso de verão sobre introdução a complexidade que ele fazem todo ano (planejando fazer em 2013), encontrei uma referência que me despertou interesse a testar essa a ferramenta Gephi para exploração e análise de grafos.

Baixei a ferramenta e em poucos minutos tava gerando análises, gráficos e exportando imagens de grafos em vários layouts possíveis. Gostei muito da simplicidade e agilidade do que é possível gerar com ela. Sem dúvida, é mais limitada e simples do que softwares como o Pajek, que já venho utilizando a bem mais tempo e explorando outras possibilidades.

No entanto, o Gephi permite um nível interação com o grafo que eu nunca tinha visto em outro tipo de software. É muito fácil você reduzir o grafo por grau de conectividade, por grau de centralidade, por faixa de tempo, entre outros indicadores que ele te permite explorar. Promissor.

Deixo aqui abaixo um tutorial inicial de como utilizá-lo, simples e direto no ponto.



quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Apresentando no I WPOSINFO - Workshop de Engenharia da Informação na Universidade Federal do ABC

Semana passada estive no I WPOSINFO realizado pelo curso de Engenharia da Informação da Universidade Federal do ABC.

Me chamou atenção a proposta do encontro e a possibilidade de dialogar novamente com uma área por dentro das engenharias a partir de um tema que tem sido meu foco de estudos nos últimos anos:  a informação. Aparecer no seminário sendo um engenheiro de formação em graduação e mestrado, mas estando dentro das ciências sociais aplicadas pelo curso de Ciência da Informação no doutorado deu um caldo incrível. Não só a teoria da interdisciplinaridade, mas essa vivência a partir de olhares que podem se compor de fato em encontros antes inusitados.

Logo de cara, chegando a universidade, encontro dois bons amigos dos tempos de graduação que viraram professores e dão aula exatamente na Engenharia da informação, o Murilo e o Suyama. Conversa boa, lembrando de bons tempos juntos, de como o trabalho de cada um evoluiu, os caminhos de pesquisa, os espaços de encontros. Excelente primeiro contato.

Logo mais, fui apresentar um trabalho que busquei construir de modo mais técnico, dado o contexto das engenharias. A vontade de era explorar mais a análise de como a distribuição de graus de centralidade numa rede podem favorecer encontrarmos comunidades e grupos de usuários mais centrados em contatos entre si. Um pequeno estudo, aproveitando dados dos Telecentros.BR, para iniciar uma investigação um pouco mais voltada para os algoritmos que pretendo investir nos próximos meses.

Segue aqui a apresentação:



sexta-feira, 27 de maio de 2011

Experimentando a leitura de estratégias de conectividade

Fiz um post alguns dias atrás mostrando os primeiros movimentos da rede Telecentros.BR, tentando descrever um pouco do que tava ocorrendo por dentro do Moodle por onde tá rolando as principais ações atualmente.

No post, apontava 3 movimentos inicias que estavam mais evidentes quando comecei a analisar a base de dados do projeto:
  1. a formação de uma rede envolvendo a relação entre os polos regionais (tutores, supervisores e coordenadores) e os monitores de cada região;
  2. a formação de uma rede envolvendo os polos regionais;
  3. a formação de uma rede envolvendo os monitores.
Fiz uma pequena distinção entre esses três níveis de composição para evidenciar o que acredito ser um movimento/construção de uma estratégia de conectividade que mostra alguns indícios das primeiras características que estão ficando visíveis do que estamos fazendo em termos de projeto.
O fato é que disponibilizamos a ferramenta de conversação online do Moodle para os monitores e polos pudessem utilizar como um recurso de conversa por dentro da plataforma. O que quero descrever agora é como vejo que estão se apropriando desse recurso como um determinado tipo de estratégia de conectividade entre eles.

Antes de mais nada, é fundamental ter em mente que estamos falando de um projeto ainda em fase de implantação, com apenas 3 meses de contato direto com a ponta do programa. A forma como essa rede começa diz muito do discurso inicial, da proposta que está sendo estabelecida entre quem está trabalhando diretamente no projeto e quem está chegando com a expectativa de receber um curso à distância. Há uma certa proposta de relação que está colocada e, a partir dessa proposta, uma dinâmica e uma estrutura de rede começa a surgir delineando movimentos e dando algumas pistas de para onde esse projeto está indo.

A proposta de relação inicial do projeto é, resumidamente:
  1. oferecer um curso de 480 horas, dividido em dois módulos, sendo um de 80 horas e outro de 400 com foco específico no desenvolvimento de projetos dentro do Telecentro;
  2. formar grupos de 30 monitores com apoio de 1 tutor para criar um acompanhamento durante esse curso.
O convite a se relacionar, a partir do que está colocado acima, diz muito de uma forma de se fazer e produzir um curso à distância. Pode ser visto como estratégia de formação ou como um jeito de começar uma rede, como uma estrutura intermediária para estabelecimento de relações que pode ser derivada para outras formas de conversa, para outros convites de relação, para outras maneiras de atuar em rede. Parte grande da energia que temos colocado no projeto é acreditar nesse convite, entendendo que o que está começando é o início de um movimento, uma maneira de nos encontrarmos dentro da sala de aula para pensarmos vôos para outros lugares.

Utilizando indicadores de centralidade e diâmetro da rede, é possível descrever um pouco melhor como esse movimento tem acontecido dentro da plataforma Moodle. Coloco aqui embaixo uma tabela com os principais dados que coletei dos 3 movimentos iniciais de rede que mencionei acima:


Indicadores Polos+Monitores Polos Monitores
Densidade 0,028955 0,0671242 0,010443




Grau médio 61,2109745 40,5430464 15,7480106
Grau mais baixo 1 0 0
Grau mais alto 2049 766 380




Proximidade média 0,2847 0,2737 0,1646
Proximidade mais baixa 0,0019 0 0
Proximidade mais alta 0,4162 0,3952 0,2558




Intermediação média 0,0001 0 0
Intermediação mais baixa 0 0 0
Intermediação mais alta 0,0858 0,1521 0,0415




Distância média no maior cluster 3,69087 3,82219 4,17026
Maior distância entre dois vértices 10 11 11
Tabela dos dados absolutos



Variações Polos+Monitores Variação na rede só dos Polos (%) Variação na rede só dos Monitores (%)
Densidade 0,028955 131,82 -63,93
Grau médio 61,2109745 -33,77 -74,27
Grau mais baixo 1 -100,00 -100,00
Grau mais alto 2049 -62,62 -81,45
Proximidade média 0,2847 -3,86 -42,18
Proximidade mais baixa 0,0019 -100,00 -100,00
Proximidade mais alta 0,4162 -5,05 -38,54
Intermediação média 0,0001 -100,00 -100,00
Intermediação mais baixa 0 0,00 0,00
Intermediação mais alta 0,0858 77,27 -51,63
Distância média no maior cluster 3,69087 3,56 12,99
Maior distância entre dois vértices 10 10,00 10,00
Tabela das variações

Há muitas possibilidades de leitura desses dados e a ideia é experimentar um pouco por aqui aquilo que me faz sentido, os movimentos que percebo e como acredito que esses instrumentos auxiliam a ler sistemas mais complexos para além daqueles que estamos acostumados no dia-a-dia. Algumas interpretações:
  1. a rede formada pelos polos é 131,82% mais densa do que a rede formada apenas pelos polos+monitores. Os polos vêm se encontrando de forma sistemática desde junho de 2010, para produzirem juntos os conteúdos, as diretrizes e os alinhamentos necessários para a construção dessa formação. O fato de sua densidade de conexões apresentar esse nível indica uma proximidade muito maior entre polos do que entre os monitores entre si e com os polos. Quando vemos a rede de monitores, a densidade cai -63,93%, mostrando o quanto dispersos se tornam os monitores entre si quando os polos saem da relação nesse momento. Os monitores estão espalhados por todo o Brasil e estão começando a formar grupo nessa conexão com o Moodle. Isso leva tempo e depende muito da aposta de relação que a formação fizer para conectar monitores de diferentes regiões, depende da vontade de conversa, da vontade de encontro que esse processo todo gerar e criar caminhos para ocorrer. Nesse momento, o que esse nível de densidade me mostra, bem como as imagens das redes linkadas acima, é o quanto, a partir dessa proposta de formação, o trabalho dos polos é fundamental nesse momento. São eles que adensam a rede, ampliando sua capilaridade.
  2. sobre o Grau mais alto, dá para perceber também um movimento interessante. Ele cai -62% na rede de polos e -81% na rede de monitores. Isso aponta uma tendência interessante, mostrando que o grau mais alto na rede de polos+monitores ocorre quando esses dois níveis estão conversando entre si, ou seja, mostra um movimento de polos contactando monitores e vice-versa. A relação do polo na formação é central, pois é ele que apresenta o tutor na formação, aquele que tem por papel acolher os monitores, tirar suas dúvidas e acompanhar sua formação.
  3. os indicadores de proximidade e intermediação apresentam o mesmo movimento, apenas mais intenso no caso da intermediação. Esses indicadores servem para mostrar o nível de proximidade médio entre os nós de uma rede e o grau de articulação entre esses nós. O que fica mais evidente a partir dos dados dessas tabelas, considerando apenas os valores mais altos, é o quanto essa rede de formação depende dessa relação dos polos com os monitores para se articular. A rede só de polos fica 77% mais articulada sem os monitores e a rede só de monitores -51% menos articulada, considerando os nós com maior potencial de articulação na rede. A rede sem os tutores perde muito da sua intensidade, do papel de intermediador que os tutores acabam exercendo na relação com suas turmas de monitores. Esse papel pode ser construído pelos próprios monitores quando avançam na construção de estratégias em comum, na articulação de movimentos próprios, desintermediados da relação direta com os polos, quando começam a utilizar a plataforma de conectividade mais como um canal de encontro do que propriamente um canal para realizarem um curso. Acredito ser possível levar os movimentos da rede de formação para esse âmbito, mas isso é algo a ser experimentado ao longo desse processo todo que estamos vivenciando. 
  4. a distância média entre nós na rede também sofre um impacto, apesar de menor, quando da saída dos polos da rede de monitores. Há um espalhamento na rede, aumentando as distâncias entre monitores. Um dos papéis dos tutores é, nesse momento, realizar parte dessa intermediação, conectando monitores, apresentando pessoas, divulgando suas ideias e links e criando campo para promoção de conexões e articulações em rede.
 São ainda movimentos muito iniciais, pouco conclusivos. Acredito que mais do que concluir, a ideia por aqui é experimentar o descrever e entender melhor como muitos desses recursos podem ser úteis em ações de intervenção, de leitura de movimentos complexos para pensar nas nossas próprias estratégias em projetos, como promovemos ações e os efeitos que elas geram nas redes que buscamos auxiliar a ativar. 

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Infográfico do programa Telecentros.BR

experimentando de infograficar. engenharia styles...
organizando em 3 camadas:

  • processos de gestão: as formas e arranjos organizacionais;
  • atores: pessoas e instituições que estão envolvidas;
  • sistemas de informação: as ferramentas de comunicação e sistematização de informações.


quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Dinâmica das redes sociais: Telecentros.BR

Experimentando uma camada de leitura das Redes no Telecentros.BR:

Dinâmica humana, padrões e variáveis aleatórias: novos métodos para velhas buscas

A busca pela percepção da recorrência de ações e a produção de uma forma de explicar essa recorrência que permita conversarmos sobre ela, reproduzirmos, experimentarmos, encontrarmos outras formas é a base do pensamento científico, seja ele de que "ciência" for.

Sem dúvida, o uso das recorrências pode ser tanto no sentido de aprendermos a nos planejar melhor no compartilhamento de recursos, no uso de bens escassos, bem como na maneira como interagimos em relação a determinados assuntos. O mesmo vale para a tentativa de controle, de manipulação e exercício do poder sobre a pretensa falta de informação daquele a quem pretendemos controlar.

A histórias dos padrões e das recorrências é tão antiga quanto a própria linguagem humana e pode ser rastreada até os limites dos primeiros registros da história escrita. Recursos como astrologia, eneagrama, numerologia podem também ser compreendidas dessa forma.

Os métodos de física-estatística, de processos estocásticos, de dinâmica e complexidade de sistemas têm sido intensamente utilizados nos últimos 10 anos para se encontrar recorrências, padrões e possibilidades mais amplas de compreensão como interagimos como sistemas humanos.

A diferença é que agora temos cada vez mais a nossa disposição bases de dados que registram interações humanas: blogs, artigos em co-autoria, listas de email, fóruns, chats, logs de sistemas, logs de servidores de internet, etc...

Estudar isso tem sido meu foco nos últimos anos e vem ficando cada vez mais interessante, conforme algumas ferramentas vão ficando mais simples, cada vez mais dados organizados para trabalhar, cada vez mais possibilidades de encontrar recorrências que acabam por me dar pistas de como ler o próprio trabalho que venho desenvolvendo com as pessoas/equipes com quem tenho trabalhado.

Exemplo interessante do projeto Telecentros.BR. Pegamos o log de acessos do Moodle do primeiro curso de tutores que realizamos do meio de novembro até final de dezembro de 2010. Mais de 40.000 linhas de log, com vários dados brutos que podem ser correlacionados até o limite da criatividade humana.

A pergunta que me fiz essa manhã, vindo para o laboratório era: Como será que eles se organizam em termos de horários de acesso ao ambiente? Será que fazem isso apenas em horário "comercial", será que invadem madrugada? Será que os tutores fazem isso durante o momento em que estão navegando na web, fazendo outras coisas? Que tipo de pistas de como podemos interagir com eles essa informação poderia me dar?

Bem, pego o log de dados. Brinca daqui, transforma horários picados em horas cheias, encontra agregação de faixas de horário, manipula daqui, joga pra lá e brota algo que me mostra como mais de 100 tutores se organizaram em termos de horários de acesso/interação no Moodle ao longo de um mês e meio.



Algumas surpresas pra mim:
  • os caras vão bem além do tal horário comercial. As 01:00h tem o mesmo que as 11:00h da manhã ao longo de um mês e meio de acessos;
  • a manhã começa em torno das 10:00, tem queda no horário do almoço e o pico de acessos ocorre em torno das 17:00;
  • o pico não indica queda, mas sim um pequeno recesso para uma nova leva de acessos que atinge um novo pico as 21:00h;
  • muitos tutores devem ter computador e banda larga em casa, para poderem se organizar em horários que ultrapassam funcionamento de telecentros e postos públicos de acesso.
Algumas pistas interessantes de como podemos nos organizar, preparar atividades e propor ações que possam acoplar da melhor forma possível com essa distribuição.

Novas perguntas:
  • como será a distribuição das outras turmas de tutores em outros estados?
  • como será com os monitores?

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

5 meses - Rede de Formação - TelecentrosBR

Síntese de dados e modos de olhar para 5 meses de atuação da Rede de Formação no projeto Telecentros.BR. O melhor não são os dados e gráficos, mas sim as conversas que são disparadas entre o grupo da Rede sob os diversos olhares possíveis em relação aos dados e aos gráficos. Um processo muito rico na relação em rede.


terça-feira, 8 de junho de 2010

Abrindo dados online: um grau maior para remixagem

Tenho estado nas últimas semanas algumas ferramentas bem interessantes que vi no curso de Civic Hacking do P2PUniversity.A idéia é ter meios mais abertos de disponibilizarmos dados brutos online para além de deixarmos os arquivos (xls, ods, pdf, etc...) disponíveis para download em alguma página qualquer.

Fiz uma planilha simples no Swivel com os dados da taxa de crescimento de acessos no site da Juventude SP. Achei interessante poder colocar tanto a planilha quanto gráficos embed. A possibilidade de outras pessoas pegarem esses dados, gerarem novos estudos e análises é um passo bem interessante de abertura para projetos como Ponline, pesquisas, estudos que viermos a fazer.



Outras ferramentas que tão fazendo coisas semelhantes:
  1. DaddleDB;
  2. SmartSheet;
  3. Google Fusion Tables.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Dados, links e e o que podemos fazer com isso

Pense somente no que poderíamos fazer ao articular dados de programas de formação, de uso de telecentros e das redes sociais em torno dos projetos públicos que já foram desenvolvidos no Brasil?

Pense em processos de ativação dinâmicos, apoio nas respostas de comunidades locais, identificação de problemas e sugestões de soluções? Pense...

Podemos fazer algo sobre isso? Eu creio que sim... E acho que tem um chão enorme para se pensar aqui.

sábado, 3 de abril de 2010

Duas formas de visualizar palavras-chave de busca para um site

Analisando as palavras-chave que os usuários consultaram no Google no mês de março para visitarem o site JuventudeSP, fiquei pensando em como utilizar essa informação de uma maneira mais interessante do que apenas analisando a frequência de aparecimento delas. Aproveitei a vontade de brincar com o ManyEyes da IBM paragerar algumas visualizações que podem mostrar um pouco mais do que está por detrás das 3768 pesquisas que foram feitas no Google neste mês. Vejamos:


Acredito que várias análises interessantes possam ser feitas disso aqui. Mas, a primeira vista e olhando um pouco para o que a web nos apresenta como relevantes e que traz visita para o site é:
  • busca de informações sobre supletivo;
  • cursos, escolas e estudo... Dá para quase dizer que a Web nos torna relevantes quando o conteúdo está relacionado a juventude e escola, juventude e cursos, o foco está essencialmente em estudo, apesar do site atuar em outros focos como trabalho, saúde, diversão e política;
  • particularmente, atribuo isso ao vácuo da presença da educação pública na web, com sites de difícil indexação, baixo nível de atualização e interatividade. Ao que parece, estamos ocupando um espaço na web que está bem focado em educação. Hummmm....

terça-feira, 30 de março de 2010

Workshop sobre processamento e visualização de imagem

Bem legal a iniciativa da FAPESP e das universidades estaduais aqui em SP de montarem um workshop para estudantes de pós-graduação na área de processamento e visualização da informação, que é tão interessante e ao mesmo tempo ainda tão pouco explorada.

Como esse tem sido um tema transversal de estudo nos útimos tempos, vou me inscrever para ver se rola de participar com os manos feras na pesquisa por aqui. Quem sabe não dá para sacar algumas dicas bacanas sobre como trabalhar esse universo tão complexo de informação que é a nossa própria ecologia de auto-conhecimento.

No próprio anúncio do workshop dão uma boa dica sobre um livro de Visualização de Dados. Vou ali tentar baixar o pdf para conferir.... ;-)

sexta-feira, 26 de março de 2010

Algumas referências sobre redes complexas

Essa semana, teve uma discussão interessante na lista do MetaReciclagem sobre matemática e redes complexas. Apareceu alguns caldos que podem ser bacanas conferir com calma.

Anotando por aqui para não esquecer e olhar com mais calma depois.

Redes Complexas!