... seguindo nas anotações do Gaia...
O processo de assumir a liderança deveria:
- como 1º passo preparar seu processo de sucessão;
- se preparar para a renovação, pois é seu fluxo e ciclo natural de evolução;
- o papel do líder é sempre temporário, deveria ser circular pelo benefício e sustentabilidade da comunidade;
- Como preparar a sucessão?
- é preciso dar informações necessárias para a realização das tarefas;
- isso não ocorrendo, normalmente o que está havendo é uma afirmação do poder sobre.
Liderança circular:
- responsabilidade = habilidade da resposta;
- não é o evento que é importante, mas sim sua resposta ao evento o que importa;
- liderança sistêmica -> produz organização interna;
- lideramos de dentro para fora;
- habilidade de criar o campo para as pessoas que estão juntas alcançarem seu crescimento;
- o líder serve ao coletivo.
Construindo uma história de links e caminhos, de conexões e conversas, de sentidos e contextos...
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sábado, 4 de julho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
liderança em biologia cultural
Segundo Maturana e Ximena,
"Em nosso presente cultural tratamos a noção de liderança como se se referisse a um valor em si, como se detonasse uma habilidade ou capacidade que possuem as pessoas que chamamos de líderes. Assim, não vemos que o que conotamos em nosso presente cultural ao falar de liderança é uma relação interpessoal em que uma pessoa deixa que outra inspire seu fazer num ato de subjugação admirativa dos desejos ou da vontade desse outro que aceita como guia. O prazer de fazer o que se quer mediante a obediência de outros com frequência leva aos que são tratados como líderes à tentação de "autoritarismo", e, no desejo de conservar essa relação, o "líder" prontamente procura garanti-la para além da vontade dos liderados com alguma teoria inquestionável que a justifique ou com algum procedimento de castigo que a assegure desde o medo de perder o que se quer conservar."
"Em nosso presente cultural tratamos a noção de liderança como se se referisse a um valor em si, como se detonasse uma habilidade ou capacidade que possuem as pessoas que chamamos de líderes. Assim, não vemos que o que conotamos em nosso presente cultural ao falar de liderança é uma relação interpessoal em que uma pessoa deixa que outra inspire seu fazer num ato de subjugação admirativa dos desejos ou da vontade desse outro que aceita como guia. O prazer de fazer o que se quer mediante a obediência de outros com frequência leva aos que são tratados como líderes à tentação de "autoritarismo", e, no desejo de conservar essa relação, o "líder" prontamente procura garanti-la para além da vontade dos liderados com alguma teoria inquestionável que a justifique ou com algum procedimento de castigo que a assegure desde o medo de perder o que se quer conservar."
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