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terça-feira, 12 de julho de 2011

Gerando mapas de longitudes e latitudes

Tive um problema para resolver hoje e documento por aqui a solução, pois a busca pela web não pareceu nada trivial.

A ideia é que eu tinha uma lista de cidades de monitores que participam da formação do Telecentros.BR. Eu queria gerar um mapa a partir dessa lista para poder ver como estava essa distribuição no Brasil como um todo. Que caminho eu escolhi:
  1. baixei uma listagem de latitudes e longitudes do site da DataSus;
  2. gerei uma lista de correspondências entre as minhas cidades a listagem acima, via a função procv do OpenOffice. Exportei a listagem em duas colunas, com o nome da cidade e as coordenadas juntas numa mesma coluna, num arquivo CSV;
  3. gerei um arquivo KML para ser importado diretamente no Google Maps via um site que faz esse serviço online;
  4. Importei os dados diretamente no Google Maps e saiu esse mapa aqui.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Quantidade de informação e consciência

Uma questão vem me pegando nos últimos tempos é a relação com a dinâmica e a estrutura das informações que lidamos no cotidiano e o potencial que temos de refletir sobre como nos relacionamos com isso.

  • Olhar para isso e dar conta de produzir pequenas sínteses de como e do que lidamos seria um caminho interessante de consciência de si?
  • Serviria como uma espécie de analisador de si o potencial que temos de nos percebermos através da maneira/temas que lidamos?
Entender essa possibilidade a partir de um analisador, me parece um caminho interessante de pensamento. Dá para pensar no analisador como algo que produza algum tipo de ruptura em nossa maneira cotidiana de lidar com as coisas. Acontecimentos reveladores, catalisadores.  É algo que produz análise.

Identificar padrões de si e de vínculos que estabelecemos socialmente, que construímos nas estruturas e dinâmicas de conversação, produção e uso da informação pode funcionar como uma possibilidde de ruptura em nossa maneira cotidiana de lidar com as coisas?

terça-feira, 7 de setembro de 2010

mapeando conceitos: conversações virando relações



mapeando conversas dos Telecentros que vão virando relações e conceitos para o programa de formação do projeto. Mais do que o que estamos fazendo, o que me interessa é o como. Refletindo processos de assinatura coletiva. Fino!

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Mapeando a Rede Social de um curso

fiz uma brincadeira com os amigos do Gens, que me convidaram para falar um pouco sobre redes sociais no seu curso de comunicação.


No final do nosso terceiro papo, eu propus para que mapeássemos a Rede Social dos participantes do curso, relacionando-se entre si e com as principais organizações que as pessoas fazem parte. O resultado ficou muito interessante e dá uma margem para pensarmos no efeito que esse tipo de visualização pode causar e como pode facilitar conhecermos um pouco mais de nossas estruturas organizacionais.

A imagem gera mais perguntas que eu mesmo gostaria de estudar:

  1. Como essa visualização pode impactar no acesso entre as organizações que se relacionam através desse grupo?
  2. Como essa visualização muda as próprias conversas do grupo a respeito de si mesmo?
  3. Como podemos usar isso para refletirmos a respeito de nossas estruturas tradicionais de aprendizagem e conversação?
  4. Como podemos melhorar a forma de construirmos esse tipo de mapa juntos?
  5. Como essas relações nos aspectam, ou seja, nos influencia em nosso cotidiano? O quanto percebemos isso? O quanto queremos perceber?

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Estudando Rich Pictures...

Hoje, vindo trabalhar no ônibus, deu para entender um pouco melhor a utilidade e as possibilidades que usar a técnica dos Rich Pictures podem oferecer. Entender isso como apenas uma ferramenta que facilita o alinhamento e o mapeamento de múltiplas visões em grupos de trabalho é um ponto importante. Mas, eu vejo que o mais importante, é entender que esse alinhamento e mapeamento tem por objetivo trazer aprendizagem para o grupo e que essa aprendizagem terá impacto imediato na capacidade criativa, inovadora e produtiva de uma equipe. Ainda além disso, penso que trabalhar projetos dessa forma pode efetivamente facilitar o processo de formação de uma comunidade de aprendizes que se lança numa determinada ação. Será?

Passeando nos links achei algumas experiências inspiradoras: