me perguntaram hoje e respondi assim:
Construindo uma história de links e caminhos, de conexões e conversas, de sentidos e contextos...
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quinta-feira, 6 de maio de 2010
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Mapeando a Rede Social de um curso
fiz uma brincadeira com os amigos do Gens, que me convidaram para falar um pouco sobre redes sociais no seu curso de comunicação.
No final do nosso terceiro papo, eu propus para que mapeássemos a Rede Social dos participantes do curso, relacionando-se entre si e com as principais organizações que as pessoas fazem parte. O resultado ficou muito interessante e dá uma margem para pensarmos no efeito que esse tipo de visualização pode causar e como pode facilitar conhecermos um pouco mais de nossas estruturas organizacionais.
A imagem gera mais perguntas que eu mesmo gostaria de estudar:
No final do nosso terceiro papo, eu propus para que mapeássemos a Rede Social dos participantes do curso, relacionando-se entre si e com as principais organizações que as pessoas fazem parte. O resultado ficou muito interessante e dá uma margem para pensarmos no efeito que esse tipo de visualização pode causar e como pode facilitar conhecermos um pouco mais de nossas estruturas organizacionais.
A imagem gera mais perguntas que eu mesmo gostaria de estudar:
- Como essa visualização pode impactar no acesso entre as organizações que se relacionam através desse grupo?
- Como essa visualização muda as próprias conversas do grupo a respeito de si mesmo?
- Como podemos usar isso para refletirmos a respeito de nossas estruturas tradicionais de aprendizagem e conversação?
- Como podemos melhorar a forma de construirmos esse tipo de mapa juntos?
- Como essas relações nos aspectam, ou seja, nos influencia em nosso cotidiano? O quanto percebemos isso? O quanto queremos perceber?
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Mandala, redes sociais e o zeitgeist
Segundo a Wikipedia, mandala é:
"Mandala é a palavra sânscrita que significa círculo, uma representação geométrica da dinâmica relação entre o homem e o cosmo. De fato, toda mandala é a exposição plástica e visual do retorno à unidade pela delimitação de um espaço sagrado e atualização de um tempo divino."
O que me chama atenção nessa definição é ela pontuar a mandala como algo que busca apontar, busca facilitar a visualização da dinâmica de relação entre o homem e o cosmo. Vejo essa dinâmica dentro de uma mandala como se fosse uma troca de eixo, uma conexão de elementos co-dependentes, que só fazem sentidos enquanto dispostos na conexão.
Há diversas formas de representação de mandalas, há diversas simbologias conectadas, intuídas e que circulam pelo espaço de representação do símbólico ativando os imaginários coletivos das redes por onde circulamos. A mandala é também uma forma de organização do conhecimento, desse conhecimento dinâmico de troca de eixo, dessa dinâmica de conexão que nos leva a outros níveis de inteligência, de consciência e de capacidade de compreensão do mundo que vivemos e ajudamos a construir através do compartilhar de imaginários.
Ocorre que esse processo de organização do conhecimento também diz respeito diretamente a como uma sociedade se organiza. Essa idéia me ficou mais evidente numa bela citação do Willian Thompson, no livro Gaia - Uma teoria do conhecimento:
"a organização do conhecimento e a organização da sociedade derivam de uma única exteriorização da consciência, uma única zeitgeist."
De uma certa forma, a mandala é uma tecnologia de organização do conhecimento e que permite acessar um processo dinâmico de conexão a partir da complementaridade de seus eixos. Então, essa tecnologia acaba refletindo a organização das sociedades que as produziram, uma forma de simbolizar, expressar a consciência a respeito de seu tempo.
O que expressa esse tempo é uma certa forma comum, compartilhada, de ver, de sentir, de expressar esse mesmo processo dinâmico de conexão que a mandala nos ajuda enquanto tecnologia. É o tal zeitgeist:
"O Zeitgeist significa, em suma, o conjunto do clima intelectual e cultural do mundo, numa certa época, ou as características genéricas de um determinado período de tempo."
Fiquei pensando nisso...
Não seriam os sociogramas formas de mandalas desse tempo?
"Mandala é a palavra sânscrita que significa círculo, uma representação geométrica da dinâmica relação entre o homem e o cosmo. De fato, toda mandala é a exposição plástica e visual do retorno à unidade pela delimitação de um espaço sagrado e atualização de um tempo divino."
O que me chama atenção nessa definição é ela pontuar a mandala como algo que busca apontar, busca facilitar a visualização da dinâmica de relação entre o homem e o cosmo. Vejo essa dinâmica dentro de uma mandala como se fosse uma troca de eixo, uma conexão de elementos co-dependentes, que só fazem sentidos enquanto dispostos na conexão.
Há diversas formas de representação de mandalas, há diversas simbologias conectadas, intuídas e que circulam pelo espaço de representação do símbólico ativando os imaginários coletivos das redes por onde circulamos. A mandala é também uma forma de organização do conhecimento, desse conhecimento dinâmico de troca de eixo, dessa dinâmica de conexão que nos leva a outros níveis de inteligência, de consciência e de capacidade de compreensão do mundo que vivemos e ajudamos a construir através do compartilhar de imaginários.
Ocorre que esse processo de organização do conhecimento também diz respeito diretamente a como uma sociedade se organiza. Essa idéia me ficou mais evidente numa bela citação do Willian Thompson, no livro Gaia - Uma teoria do conhecimento:
"a organização do conhecimento e a organização da sociedade derivam de uma única exteriorização da consciência, uma única zeitgeist."
De uma certa forma, a mandala é uma tecnologia de organização do conhecimento e que permite acessar um processo dinâmico de conexão a partir da complementaridade de seus eixos. Então, essa tecnologia acaba refletindo a organização das sociedades que as produziram, uma forma de simbolizar, expressar a consciência a respeito de seu tempo.
O que expressa esse tempo é uma certa forma comum, compartilhada, de ver, de sentir, de expressar esse mesmo processo dinâmico de conexão que a mandala nos ajuda enquanto tecnologia. É o tal zeitgeist:
"O Zeitgeist significa, em suma, o conjunto do clima intelectual e cultural do mundo, numa certa época, ou as características genéricas de um determinado período de tempo."
Fiquei pensando nisso...
Não seriam os sociogramas formas de mandalas desse tempo?
O quanto nos organizarmos em rede afeta a nossa capacidade de organização do conhecimento e, por sua vez, a nossa capacidade de organização como sociedade?
O quanto essas imagens ativam imaginários e expandem percepções?
É?
na pesquisa....
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